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Mostrando postagens de Agosto, 2012

A alegria de viver

A ALEGRIA DE VIVER
Já alguma vez cogitasses no por que muitas pessoas, ao se tornarem mais velhas, parecem perder toda a alegria de viver? No momento, a maioria de vós, que sois jovens, é relativamente feliz; tendes vossos pequenos problemas, vossas preocupações sobre os exames, mas, apesar dessas perturbações, há, em vossa vida, uma certa alegria, não é verdade? Há uma espontânea e natural aceitação da vida, uma visão das coisas despreocupada e feliz.
Mas, por que razão, ao nos tornarmos mais velhos, parecemos perder aquele ditoso pressentimento de algo transcendental, algo de mais significativo? Por que tantos de nós, ao alcançarmos a chamada maturidade, nos tornamos embotados, insensíveis à alegria, à beleza, ao céu sereno e às maravilhas da terra?
Quando urna pessoa faz a si própria esta pergunta, muitas explicações acodem-lhe ao espírito. Ternos muito interesse em nós mesmos - esta é unia delas. Lutamos para nos tornarmos alguém, para alcançarmos e conservarmos uma certa posição; te…

As duas faces a inveja

Aqueles que são invejados entristecem-se com o rancor que sentem à sua volta; se são orgulhosos, por receio de algum prejuízo; se generosos, por compaixão dos que invejam. Mas depressa se alegram: se me invejam, isso quer dizer que tenho um valor, dos méritos, das graças; quer dizer que sentem e reconhecem a minha grandeza, o meu triunfo.

A inveja é a sombra obrigatória do gênio e da glória, e os invejosos não passam, de forma odiosa, de admiradores rebeldes e testemunhas involuntárias. Não custa muito perdoar-lhes, quando existe o direito de me comprazer e desprezá-los. Posso mesmo estar-lhes, com frequência, gratos pelo facto de o veneno da inveja ser, para os indolentes, um vinho generoso que confere novo vigor para novas obras e novas conquistas.

A melhor vingança contra aqueles que me pretendem rebaixar consiste em ensaiar um voo para um cume mais elevado. E talvez não subisse tanto sem o impulso de quem me queria por terra.

O indivíduo verdadeiramente sagaz faz mais: serve-se da pr…

Só o verdadeiro amor sabe....

Temos todos essa enorme capacidade de absorver do mundo o que nos é conveniente e ignorar o que não nos convém. Vemos o que queremos ver, ignoramos o que queremos ignorar, somos capazes de ouvir sem ouvir e ver sem enxergar. Nos criamos voluntariamente ilusões, mergulhamos no silêncio ou nas nuvens quando isso nos é conveniente. E nos apaixonamos quando a alma, carente, tem sede. Melhor, muito melhor viver dos sonhos que da dura realidade. Neles tudo é perfeito, sem máculas, sem as dores que nos fazem acordar. É a rotina que mata as verdadeiras relações e, sem querer encontrar uma desculpa para os desvios sentimentais, faz com que as pessoas anseiem por algo além. Salvo exceções, o romantismo desaparece com o tempo. Os príncipes já não são assim tão cavalheiros e as princesas voltam pra casa bem antes do toque da meia-noite. O que vemos todos os dias, vemos há tanto tempo que já nem percebemos mais. Ai!... Quantos enganos e desenganos porque o coração não soube olhar para o interior de si m…

A sabedoria budista para vencer os sofrimentos da vida

“O que torna o nascimento, o envelhecimento, a doença e a morte um sofrimento é o apego ao externo.”Os quatro sofrimentos, de acordo com o budismo, são nascimento, doença, envelhecimento e morte. O budismo surgiu para encontrar uma solução para essas questões. E essa resposta é fundamental para a conquista da felicidade absoluta. Entenda o porquê.
O príncipe Os quatro sofrimentos estão ligados à origem do budismo. Sakyamuni, o fundador do budismo, nasceu como príncipe herdeiro do clã Sakya, há mais de dois mil e quinhentos anos, nas colinas ao sopé do Himalaia, na Índia. Sua mãe morreu após seu nascimento e ele foi criado pela tia.A busca pela eternidadeApesar de viver em meio à riqueza, Sakyamuni possuía inteligência e sensibilidade aguçadas e começou a refletir constantemente sobre o significado da vida e do mundo procurando uma verdade eterna.Os quatro portõesAo sair do palácio em quatro ocasiões, Sakyamuni encontrou no portão leste um homem idoso; no portão sul, uma pessoa doente; …

AMOR DE GENTE GRANDE…

Amor de corpo inteiro. Um amor que transcende, transpira, transborda. Amor com mãos e pés. Com dedos, braços, pernas, barriga, pele e abraços.Um amor que surpreende, sem nada inventar, sem precisar exagerar, sem ter que sempre entender. Simplesmente ser… preencher, existir!Amor que não investiga, que não desconfia, que não acusa.Amor de palavras, mas também de silêncio. Um silêncio que aquieta o coração, que acaricia a alma e alivia as dores!Amor que esvazia, que abre espaço, que permite.Amor sem regras, sem pressões, sem chantagens. Amor que faz crescer.
Amor de gente grande, de coração gigante, de alma transparente.
Amor que permanece. De mim para mim, de mim para você, de você para mim.
Amor que invade respeitando, que adentra acariciando, que ocupa com leveza. Amor sem ego. Que acolhe, perdoa, reconhece.Amor que desconhece para conhecer, que nunca lembra porque não esquece! Amor que é… assim, sem mais nem menos, sem eira nem beira, sem quê nem porquê.Simplesmente simples, despretensi…

JUNG E O PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO

O processo que Jung designou como o processo de individuação, pode ser entendido como o processo de tomada de consciência da totalidade humana. Por totalidade se entende uma atitude que vai além dos opostos exclusivistas e pelo esforço para a integração desses opostos. É a estrutura da totalidade que, desde o seu nascimento, é o aspecto fundamental do ser humano e que Jung se refere como o Self. Essa totalidade é primeiro situada na mãe. A mãe cuida do recém-nascido atendendo a todas as suas necessidades como a satisfação da fome, da proteção contra o frio, cuidando do sono e da segurança do bebê. Nessa fase a criança experimenta inquestionável segurança e proteção no amor maternal. Após um ano, a criança se “liberta” da mãe e da necessidade de segurança satisfeita nasce uma relação de confiança. A segurança resultante é a base para a terceira fase, que começa no final do segundo ano de vida, em que o centro do Self torna-se consolidado no inconsciente da criança e começa a manifestar…

Qualidade de vida....

Transcrevo o post abaixo que li no blog Terra Dourada Integração Ambiental. Achei muito interessante. Leia:

As Sete Regras de Vida de Paracelsus, escritas no século XV, impressionam pelo que tem em comum com as recomendações "atuais" para quem está atrás de uma vida melhor em corpo, mente e espírito.


Se pelo espaço de alguns meses observar os preceitos que em seguida se dão, verá operar-se em sua vida uma mudança tão favorável que jamais os abandonará. Para obter o êxito desejado, é preciso que adapte sua vida à estrita observação dessas orientações. São simples e fáceis de seguir, mas há que realizá-las com perseverança. Não crê que a Felicidade bem vale o esforço? Que custa fazer uma prova? São Regras de Vida ensinadas pela mais Antiga Sabedoria e há nelas mais Transcendência do que sua simplicidade o leve a supor.

1) Primeiro é melhorar a saúde. Para tanto tem que se respirar com mais frequência possível, fundo e ritmicamente, enchendo bem os pulmões ao ar livre ou perto de …

Vc pode!!!!!! Pense nisso!

"Se você pensa que pode, você pode. Se pensa que não pode, tem razão."


Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria de ser.
Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.
Você pode ouvir seu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.
Você pode deixar como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar…

O que aprender com a solidão?

Quando o sol nasce é como se mais uma vez pudéssemos ter a chance de repensar nossas falhas, reorganizar as linhas tortas que descrevem nossa história de vida, não é reescrevê-las, mas organiza-las em nosso ambiente psíquico. Todas as manhãs, quando abrimos os olhos e enxergamos à realidade, nos perguntamos como será nosso dia, nesses ensejos que a esperança assume corpo em nossa alma, procuramos a partir da esperança, ter fé que nosso dia será maravilhoso, confiamos que sejamos capazes de compreender e aceitar nossos pontos falhos – obscuros de nós mesmos –, observar nossos erros como um crescimento e não nos culparmo-nos por tê-los cometido.
Em nosso cotidiano, frequentemente nos sentiremos envolvidos pela solidão - solidão é a arte do encontro com o vazio existencial. Esse vazio traz duplo sentido. Um é o da existência, da busca de um significado metafísico; o outro é o da ausência, da perda do objeto importante. A liberdade é uma descoberta solitária e por isso muitos tentam evitá…

O que é o AMOR.....

Perguntaram a Osho: “O que é o amor?”… e Osho respondeu:” O amor é o profundo desejo de ser uno com o todo, o profundo desejo de dissolver o Eu, o Você, em uma unidade.”“Amar é ir junto com o universo, entrar numa união.
E o seu fluir se encontra com o fluir da existência
e os 2 se misturam e se fundem um no outro.
Uma síntese mais alta acontece: a parte está se encontrando no todo e o todo está se encontrando na parte.
Então algo surge, que é mais do que a parte e o todo juntos
- isso é o amor.”
” … O amor é isso, porque estamos separados da nossa própria origem … devido a essa separação, surge o desejo de voltar para o todo, de se tornar um com o todo.” Se você arrancar uma árvore, ela sentirá um grande desejo de voltar a se enraizar no solo, porque erta era sua verdadeira vida. Agora ela está morrendo. Separada, a árvore não pode existir. Ela tem que existir na terra, com a terra, através da terra. Isso é o amor. Se ego se tornou uma barreira entre você e sua terra, o todo. O homem está…