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Vale a pena valorizar cada momento....

Relacionamento

Por mais que as pessoas estejam antenadas e saibam tudo sobre moda, cirurgias plásticas, tendência, corte de cabelo, profissões, computadores, dólar, crise no mercado, carro do ano; estão se esquecendo de algo simples que é o “amor”! O amor pelo seu trabalho, o amor pelo seu companheiro, o amor pela sua família, o amor pelos dias de sol no parque, o amor pelos seus corpos, o amor por si próprio!
Gostaria que as pessoas se voltassem para seu interior e pensassem um pouco mais no que as fazem felizes? Para mim, é muito estranho surgir no mercado um profissional para “acompanhar” mulheres e homens para dançar... Não seria muito mais interessante fazer isso com uma pessoa que você ama ou com seus amigos queridos?
Está é uma estória real, que circulou em vários e-mails há tempos atrás, mas é sempre bom revivê-la em nossa mente e coração!!

A curta, porém rica história de Katie teve seu primeiro solavanco em 2002, quando ela foi diagnosticada com um tipo de tumor maligno no cérebro. Isso não a abateu, pois ela continuou com os estudos normalmente, até que em 2003, foi diagnosticada novamente com outro tumor.
Dessa vez, ela recebeu um diagnóstico de um tumor maligno e inoperável em uma das artérias próximas ao pulmão. Mas ela não desanimou, a jovem Katie, ainda participou de um tour na França para levantar fundos para uma fundação que cuida de pessoas com câncer.
No dia 15 janeiro de 2005, depois de 3 anos lutando contra a doença, a moça casou-se com o delegado da cidade de Lapeer, Nick Godwin, na Igreja de Cristo em Hazel Park – Michigan.










“Esta é Katie Kirkpatrick, ela aparece na foto ao lado de seu noivo Nick, eles foram namorados desde a adolescência. A foto foi tirada pouco antes da cerimônia de casamento dos dois. Devido ao câncer em estado terminal, Katie passa horas recebendo medicação.
Na foto acima, Nick aguarda o término de mais uma de suas sessões...
Apesar de sentir muita dor e de vários órgãos apresentarem falência, tendo ela que recorrer à morfina, Katie levou adiante o casamento e fez questão de cuidar de todos os detalhes.
O vestido teve que ser ajustado várias vezes, pois Katie perdia peso todos os dias devido ao câncer.
Um acessório inusitado, foi o tubo de oxigênio que acompanhou a noiva em toda a cerimônia e na festa também.










Katie, sentada em uma cadeira de rodas e com o tubo de oxigênio, ouve o marido e os amigos cantarem para ela, mas no meio da festa ela tira um tempo para descansar, pois a dor a impede de ficar de pé por muito tempo.


Katie morreu 5 dias depois do casamento


Ver uma mulher tão debilitada vestida de noiva e com um sorriso nos lábios nos faz pensar... a felicidade sempre está ao alcance, dure enquanto durar, por isso devemos deixar de complicar nossas vidas...”

Por que será que quando vemos uma história deste tipo, nos emocionamos? Talvez porque não tenhamos coragem na nossa história de demonstrar nossos sentimentos, com receio de parecermos ridículos ou com receio de demonstrar fragilidade.
Às vezes, até pensamos que se “estivéssemos passando por um momento desses”, teríamos coragem de falar tudo o que pensamos, e correríamos atrás dos nossos sonhos, das nossas vontades, dos nossos amores... Mas a pergunta que sempre faço é: Por que somente “se estivéssemos passando por uma situação dessas?”, “Por que somente nos últimos minutos do segundo tempo?”
A única diferença entre essa história e a nossa vida é que não sabemos a data em que partiremos e imaginamos que ela está muiiiiiiiiiito longe, diferente de Katie que sentia que este dia bateria em sua porta a qualquer momento.
Como uma sobremesa ou “aquela parte recheada” do pastel que deixamos para comer por último, parece que guardamos nossos desejos e só iremos dar vida a eles, se soubermos que são nossos últimos momentos... pena que não sabemos quando são os últimos momentos e às vezes deixamos de construir linda estórias por não querermos nos “expor”.
Quantas vezes você deixou de pedir desculpa, porque essa palavra ficou “entalada” na sua garganta e não saía? Quantas vezes você deixou de fazer algo que queria muito, com vergonha do que os outros iriam pensar? Quantas vezes você deixou de dizer o que sentia, por receio de se sentir menosprezada?
Nós não ficamos “nas mãos dos outros” por declaramos nossos medos e sentimentos. Nós ficamos “nas mãos alheias” quando nos fazemos de vítimas e quando colocamos a responsabilidade de nossos fracassos nas mãos deles.
Várias vezes tenho escutado pessoas falando: “Se ele fizer isso para mim eu vou ficar muito feliz!”. Jamais, eu disse “JAMAIS” coloque o poder da sua felicidade na mão alheia, porque a sua felicidade depende somente das suas atitudes! Se não deu certo, assuma a responsabilidade e saiba aprender com o erro sem se culpar!
Quando agimos por vontade própria, o peso da culpa é muito menor do que quando “sentamos” para esperar que a vida “de uma maneira mágica”, traga no nosso colo o que estamos desejando.
Portanto a partir de hoje, comece a pensar se o que você tem valorizado na sua vida é realmente importante para si ou se é importante para parecer “bem na fita” com quem te cerca. Preste atenção se você está supervalorizando a opinião alheia e menosprezando os seus sentimentos.
Para mudar nossas atitudes é preciso dar o primeiro passo, nem que ele seja pequeno. Dê esse primeiro passo, faça uma experiência e sinta o resultado.
Como diz o princípio do coaching: “Se você age sempre da mesma maneira vai ter sempre o mesmo resultado”. Portanto, que tal fazer um teste e tomar atitudes diferentes, para que ver qual será o resultado?
Viva seus sonhos, seus sentimentos, seus relacionamentos e termine sua vida com um sorriso de missão cumprida!

Comentários

Belo texto e que ele sirva de reflexão para todos nós!

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