A medida do amor: cumplicidade


Cumplicidade: ato ou qualidade do cúmplice.Conivência, entendimento.Pessoa que colabora em, ou participa com outrem de algum fato; parceiro, sócio.
A definição do dicionário é simples, mas tão singular. Um dia, nas muitas voltas que damos na internet, me deparei com um texto que dizia mais ou menos isso...
Um relacionamento harmônico entre pessoas pode ter inúmeras características. E uma delas é a cumplicidade. A cumplicidade talvez seja a maior prova de sintonia, amizade, consideração, que possa haver. A cumplicidade é representada por aquele olhar, aquele gesto, aquele sorriso, que somente as pessoas envolvidas sabem reconhecer e mostra a confiança que existe entre ambos.
Pela cumplicidade podemos mostrar o quanto confiamos numa outra pessoa. Se amamos de verdade uma pessoa, há total confiança e somente assim este amor é capaz de crescer e transformar uma pessoa cúmplice de outra. Ela pode também ser entendida como uma forma de afinidade, de parceria ...se uma pessoa ama a outra de verdade, ela se torna cúmplice, ela passa a viver tudo com a outra pessoa, eles passam a ser um só, passam a ter um só coração, uma só vida e tudo isso porque os dois há a entega de um ao outro, de forma tão sincera, tão intensa e tão significativa.
Ser cúmplice é dividir tudo.. Na cumplicidade não existe medo, apenas há confiança e entrega...
Me arrisco a dissertar sobre o cumplicidade completando que para nos sentirmos parceiros de outrem é preciso que nos sintamos cúmplices de nós mesmos... antes de trocarmos aquele olhar, aquele gesto e o entendermos na totalidade da cumplicidade devemos nos encarar, frente a frente... sem máscara alguma.
Hoje posso afirmar que sou cúmplice de mim mesma... me olhar de frente, sem máscaras, olhando no olho, na frente do espelho, . Foi um processo difícil, mas digo que o benefício é imensamente maior e muito mais engrandecedor do que pode parecer. Depois de você ser cúmplice de si mesmo fica fácil achar nos seus amigos-anjo a cumplicidade e, realmente, vocês se conectam na mesma energia e sintonia do bem e do amor incondicional e o olhar fala por si...imprescendivelmente... Aqui preciso agradecer a todos meus amigos-anjo por toda a cumplicidade que vem nos gestos, nas palavrinhas, nos olhares e até nos e-mails...
Ser cúmplice de si mesmo começa por aceitar-se e amar-se infinitamente. Tomar consciência de quem você é... perfeito aos olhos do Universo e com alguns defeitos que podem ser chamados de estágios para o amadurecimento... Ser cúmplice de si mesmo é fazer por merecer, é ter iniciativa e não deixar que a vida passe diante de seus olhos inertes, é ter a vida como seu grande objetivo, é ser feliz sempre, todos os dias... Ser cúmplice de si mesmo é cuidar-se... Cuidar do espírito e do corpo físico. Tomar bastante água, praticar algum tipo de exercício (nem que seja uma caminhada ao redor do quarteirão), sentir o calor do sol, o frescor do vento, perceber o azul cintilante do céu e o brilho das estrelas... Fazer exames periódicos de saúde, dormir adequadamente, alimentar-se suficientemente bem e de maneira balanceada, dar muitas gargalhadas e ser feliz!
Escutem seus corpos e seus corações porque eles falam...sempre... sempre nos mandam mensagens...e nós, na nossa correria esbaforida diária, nem sempre o ouvimos...
Amor é cumplicidade... e, se não há medida para o amor, quiçá para a cumplicidade conosco mesmos?

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