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A dor do abandono e da Ingratidão!


Quantas e quantas pessoas estão vivendo hoje a triste realidade do abandono? Elas se encontram nos asilos, nos orfanatos, nos hospitais. Sem que haja alguém que lhes leve uma palavra de carinho ou um pingo de esperança.


Vivemos em uma época em que a maior moeda é a ingratidão, onde filhos se esquecem dos pais e vice versa; pais que abandonam esposas e filhos para se atirar em uma aventura amorosa na ânsia de viver uma grande paixão, filhos que levam pais ou avós para asilos e lá os abandonam como lixos humanos.


Pais que descartam os filhos como se fosse um copo de plástico, por terem doenças cerebrais, físicas e com isso são abandonados e vivem sem ao menos saber o que é ter um carinho da família.

O que acontece com um ser humano para que se torne ingrato, mesmo quando ele foi bem tratado e amado por quem ele abandonou?


Eu já visitei vários asilos e varias instituições que cuidam de crianças com deficiência mental, física, e também velhinhos que infelizmente vivem cada dia pensando somente em estar ao lado de Deus.


Em meio a tantas visitas, não me esqueço especialmente de uma vez em que fui visitar um asilo para fazer um trabalho de faculdade, e quando chegamos no local tínhamos que fazer um teatro para os velhinhos que lá estavam, confesso que antes de fazer o teatro eu pensei que fosse uma grande besteira , pois pra mim não estávamos no meio de crianças e sim no meio de pessoas abandonadas pela família e que até então no meu entender não queriam saber de nada.


Quando começamos o teatro, reparei atentamente o rosto de uma linda vóvó, que chorava a cada gesto que fazíamos, e aplaudia com tanta emoção que eu sinceramente custei a conseguir terminar aquele teatro. Pois a cada fala o nó na garganta aumentava de tanta dó e pena por estar vendo aquilo.


Quando acabamos o teatro, eu fui de encontro a essa vóvó, e foi assim que me pronunciei o tempo todo com ela: VÓVÓ. Ela se chamava Margarida, e tinha 89 anos, era uma pessoa encantadora com os olhos azuis da cor do mar! Não consigo me esquecer daquele olhar carente, e ao mesmo tempo feliz por ter com quem conversar.


Durante todo tempo segurando a minha mão e fazendo carinho, ela me disse que quando viu o teatro, se lembrou dos netos e por isso chorou muito, pois já tinha 3 anos que ela não os via, tempo esse que ela foi para o asilo, infelizmente deixada pela única filha e genro!


Isso me cortou o coração, porque ela falava que sentia muita falta dos netos, e que sempre se alegrava com cada bagunça e cada novidade que eles faziam e mostravam a ela, e que seu netinho mais novo CAIO, adorava ficar imitando os atores de novela e falava que queria ser galã quando crescesse.


Naquele momento chorei copiosamente com a Vó Margarida, e lhe pedi a permissão para lhe dar um grande beijo e um confortável abraço, e ela sorrindo me disse: Eu iria adora meu neto, ainda mais um gatinho assim, rsrsrsrsrs!


Até hoje rezo pela vó Margarida, e me lembro daqueles olhos lindos, porem tristes por saber que tudo que ela fez pela sua filha durante tanto tempo gerou apenas a ingratidão!

Ela disse que foi para o asilo porque sua filha não quis assumir a responsabilidade de cuidá-la com atenção, carinho e amor, que a tratava com um descaso total, logo após ela ter sofrido um derrame e ficar sem os movimentos das pernas. Sua filha em vez de colocar fralda descartável, colocava um lençol amarrado em volta da cintura.

Que sentimentos teria essa filha com aquela pobre mãe? Deus sempre se preocupou em lembrar o seu povo sobre o perigo da ingratidão para com Ele e com o próximo. Uns dos maiores inimigos do homem é a ingratidão e o egoísmo, estes sentimentos faz com que os homens pratiquem os piores pecados uns contra os outros, e pior ainda, faz com que o homem se revolte contra Deus, traz a cegueira espiritual, impede que as maravilhosas bênçãos do Senhor sejam reconhecidas, e faz do homem uma criatura nojenta e sem escrúpulos.homem uma criatura nojenta e sem escrúpulos.

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