Sua mente e seu corpo trabalham juntos.

Para ter um corpo e mente saudáveis, fale com um psicólogo.



Corpo e mente são estreitamente ligados. O que você vive “na cabeça” de alguma forma repercute no seu estado físico – e, sem dúvida, o inverso também ocorre: condições físicas desfavoráveis – por exemplo, um simples resfriado –, produzem desconforto emocional, fazem com que a gente se sinta “pra baixo”. Reconhecer essa estreita relação corpo-mente como algo inerente ao ser humano, sem qualquer juízo de valor – pois ela simplesmente é -, constitui o primeiro passo na direção de uma vida cotidiana mais harmoniosa e saudável.

A partir disso, o que fazer?

A Associação Americana de Psicologia (APA) afirma ser possível “aumentar a qualidade de vida por meio da construção da habilidade de resiliência” – que nada mais é do que a habilidade de uma substância voltar ao formato original depois de ser submetida a pressões e torções. Transpondo isso para o universo humano, a resiliência é a habilidade que pode nos ajudar a lidar melhor com situações estressantes, favorecendo uma recuperação mais rápida e menos traumática. No entanto, ela não faz parte do acervo original do ser humano – precisa ser desenvolvida, “construída” com o tempo, em um processo alimentado, sim, por uma atitude mais otimista frente à vida, mas não só por isso. Aqui também se faz necessário o alimento do auto-conhecimento, que nos permite reconhecer as mensagens emitidas pelo uno corpo-mente. Assim, dores de cabeça freqüentes podem sinalizar tensão, alertar para alguma inquietação mal definida, avisar que você precisa de ajuda para entender o que se passa em sua mente.

É nesse momento que pode – e deve – entrar em cena o profissional da Psicologia, capaz de ajudá-lo(a) a enfrentar desafios, a lidar com as emoções que o fazem doente, e a construir sua resiliência.

O bem-estar psicológico e a aprendizagem da resiliência andam juntos e desenvolvem:


  • a capacidade de fazer planos realistas para lidar com os fatores estressantes da vida, diminuindo o impacto emocional desses fatores;
  • uma visão positiva de si mesmo, e confiança na sua força e na sua capacidade para enfrentar os desafios da vida;
  • melhor comunicação com os outros;
  • recursos para solução de problemas;
  • a capacidade de lidar com emoções e impulsos intensos associados ao estresse;
  • e “instrumentos” pessoais para evitar doenças advindas do estresse, da ansiedade e de outros fatores estressantes com os quais nos deparamos dia-a-dia.




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