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quarta-feira, 9 de março de 2016

CIENTISTAS COMPROVAM QUE PODEMOS MUDAR O PASSADO.


Estudos desenvolvidos por uma equipe de físicos da Universidade Nacional da Austrália, vem demonstrando que a realidade não existe até que seja medida. Ou seja, que o mundo que chamamos de “físico” somente se torna “realidade” depois que nossa consciência entra em contato com a sua “possibilidade de existir”.
Neste sentido, não haveria um Mundo além do alcance de nossos olhos e pensamentos, existindo “fisicamente” independente de nós.  Uma comparação, ainda que grosseira, seria imaginar que, diferente do que sempre imaginamos, “o mundo que acreditamos que está neste momento atrás de nossas cabeças não está lá, não existe de verdade, até que viremos nosso pescoço para vê-lo”.
Os pesquisadores australianos colocaram em prática o “Experimento de Escolha Demorada”, de John Wheeler, visando comprovar que tudo depende da medição (atuação direta da consciência) para “existir” no mundo físico. Como disse Andrew Truscott, o professor adjunto da Escola de Pesquisa Física e Engenharia da UNA, “em nível quântico a realidade não existe se você não está olhando para ela”.
Mas o resultado mais impressionante da experiência foi a comprovação de que mesmo aquilo que já aconteceu no passado, só é materializado e definido quando vier a ser medido no futuro. Até então, a realidade é apenas uma abstração.
Assim, muitas coisas que aconteceram ontem, no ano passado ou há milhões de anos atrás durante a era dos dinossauros, continuam sendo até hoje pura abstração da realidade. Muitos eventos somente passarão a ser “realidade” e terão sua “essência” revelada em algum momento entre hoje e o futuro, quando estes mesmos eventos forem devidamente observados e medidos. 
Ou seja, de alguma maneira fantástica, a física quântica nos ensina que “o futuro pode mudar o passado”. Nada está escrito a ferro e fogo!  Nem mesmo aquilo que já aconteceu.
Se pensarmos na teoria da relatividade de Einstein, da qual se depreende que o tempo é relativo e, portanto, uma “ilusão” da forma como o enxergamos, esta afirmação bem que faz algum sentido.
Na prática, o experimento australiano utilizou átomos de hélio (que são mais pesados do que os fótons de luz, que não têm massa) em estado de suspensão, conhecido como condensado de Bose-Einstein. Estes foram individualmente direcionados para passar através de um par de raios laser, propagados em direções opostas, formando como que uma “grade” de luz, que sofreria interferências naturais caso fosse incomodada.
APÓS o átomo percorrer por toda esta primeira “grade de luz”, foi jogada uma segunda “grade de luz” de lasers sobre o átomo de Hélio, mas desta vez não de maneira contínua, mas sim randômica e aleatória.
O curioso foi que, sempre que após passar pela primeira “grade de luz”, era jogada a “segunda grade de luz”, o átomo de Hélio passava pelas duas “grades” comportando-se como onda ao longo de todo o trajeto, percorrendo assim infinitos caminhos. Porém, quando DEPOIS de passar pela primeira grade de luz, não era projetada a segunda grade de luz, o Hélio se comportava como partícula (atenção! não apenas APÓS passar pela primeira grade, mas também enquanto a passava – momento em que não poderia “saber” que a segunda “grade de luz” não viria a ser projetada no futuro próximo), percorrendo UM ÚNICO caminho na primeira grade! Ou seja, é como se o “Futuro” (jogar ou não posteriormente a segunda grade de luz sobre o átomo de Hélio) afetasse o passado (o átomo de Hélio se comportar como partícula ou onda na primeira grade).
Desta maneira, o que definiu o “passado” foi o “futuro” e não o que aconteceu “antes”. De fato, costumamos pensar que aquilo que define a História (tudo que aconteceu no mundo no ano passado ou séculos atrás) são apenas os acontecimentos passados (e jamais o que ainda virá a acontecer no futuro). Porém, na Física Quântica esta lógica segue caminho distinto. É como se a linha do tempo pudesse andar tanto para frente, como para trás.
Portanto, a decisão do átomo de se comportar como partícula ou como onda na primeira parte do caminho (grade de luz) depende da decisão “futura” de ser colocada ou não uma segunda grade de luz APÓS ele percorrer este caminho. O passado não é decidido, até que o futuro “aconteça”.
No experimento, o tempo literalmente andou para trás, já que a lei de “causa e efeito” foi invertida no sentido temporal (futuro causou o passado, e não o contrário).
Nas palavras de Truscott: “O evento futuro faz o fóton decidir o passado”. 
Podemos então, mudar nossa realidade HOJE a partir do que faremos em nosso futuro? Aparentemente, sim. O livre arbítrio parece ter poderes e dimensões jamais imaginadas.
Ou seja, a “realidade” só existe quando a medimos, quando nossa consciência interfere no evento. Até lá, os átomos não “decidem” o que querem ser, e provavelmente não o façam por bilhões de anos, até que alguém os “observe”, até que sejam “medidos”, até que a nossa “consciência atue sobre ele”.
Nossos pensamentos parecem não apenas definir o mundo, como também seu passado e futuro, como se a linha do tempo também fosse formada apenas por ondas maleáveis, que fluem segundo nossas determinações.
Talvez, afinal, valha a pena “chorar sobre o leite derramado”.

sexta-feira, 4 de março de 2016

Os Anjos nossos de cada dia!!




Anjos..... Há quem acredite neles, há quem considere que são apenas uma fantasia da mente humana, imperfeita e desesperada por encontrar “respostas” que preencham as suas lacunas existenciais.
Sem qualquer pretensão, considero que todos somos Anjos na vida de alguém, muitas vezes sem nos apercebermos. Tal como alguém que entra na nossa vida no momento certo, que nos acompanha por um determinado período e que depois de cumprida a sua tarefa, segue caminho.
Às vezes, estes Anjos que cruzam o nosso percurso não possuem a menor noção de quem são e do papel que desempenham. Às vezes, estão mais perdidos ou adormecidos do que nós próprios. E ainda assim, conseguem cumprir na perfeição a sua tarefa: mostrar-nos em que medida somos fiéis ao nosso coração, às nossas palavras, aos nossos princípios.
Um encontro com um destes Anjos pode ser tão profundo e comovente, quanto natural e despercebido. Podemos até só nos dar conta do quanto eles foram decisivos, quando já não estão “ao nosso lado”. Ainda assim, a marca deste encontro pode durar meses, anos… ou uma vida inteira. Há um “antes” e um “depois”. Há, sobretudo, uma noção de que se foi “abanado” pelo universo, como se uma “mensagem-expresso” nos tivesse atingido na testa.
E enquanto estes Anjos passam pela nossa vida, passamos nós em simultâneo pela vida deles ou de outros. Numa maravilhosa, complexa e perfeita sincronia, encontramo-nos assim no “lugar certo” e rodeados de “pessoas certas”, ou Anjos.
Serve isto para dizer que qualquer pessoa que cruza o nosso caminho pode ser um Anjo “disfarçado”, com uma experiência de despertar para nos oferecer, caso estejamos atentos e receptivos. E quando, sem nos apegarmos, conseguimos entender e agradecer por esta dádiva… a Vida encontra o seu próprio sentido.
Sê um Anjo na vida de alguém, permitindo-te escutar, reconhecer aquilo que te é pedido, e estar presente, Amar, doar…E assim o amor vai revelando em suas formas....
Por isso respeitar diferenças e aprender a entender que todos somos diferentes e que é isso o que nos completa, faz do seu amor, o sentimento mais puro e sublime do mundo!  

quinta-feira, 3 de março de 2016

Agradecer sempre!!!




Você sabia que o Universo se comunica conosco o tempo todo e nos envia respostas, mensagens e sinais, de acordo com nossos desejos e necessidades? Estes sinais se manifestam através do fenômeno que conhecemos como sincronicidade, ou seja, no momento em que você necessita de algo, ou de que alguma situação aconteça, aquilo se manifesta repentinamente em sua vida.
Mas eles não se apresentam somente com soluções grandiosas ou espetaculares. Manifestam-se igualmente nos acontecimentos rotineiros. A prova incontestável de que você está vivendo e atuando numa parceria harmoniosa com a vida, é a presença destas sincronicidades em seu dia-a-dia.
Para percebê-las, é necessário que você esteja atenta e consciente de que o Universo sempre responde, de alguma forma, a todos os seus pedidos.
Se você vinha recebendo estes presentes e, de repente, eles pararam de acontecer, saiba que algo saiu do eixo em seu plano de vida.....
É indício de que você se deixou perturbar por alguma forma de negatividade que gerou um curto circuito em seu equilíbrio. Este é um sinal de que é hora de se reequilibrar, se harmonizar e reconectar com seu ser divino, aquele que direciona suas ações sempre para um caminho positivo para você e para o mundo.
Um dos meios de evitar esta desconexão é parar de julgar, a si próprio e as outras pessoas. Esta atitude impede que criemos novos laços cármicos, geradores de sofrimento.
Agradecer é a melhor forma de fortalecer nossa conexão com o Divino, pois quanto maior for nossa gratidão, mais bênçãos de amor, alegria, paz, virtudes positivas e prosperidade ele nos enviará.
Osho
_______Fonte:  Universo Natural  e Semente das Estrelas

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Pra começar: Você quer paz mundial, mas não buscou a sua paz interior. Você exige respeito, mas não respeita ninguém... Você quer que o mundo melhore, mas não contribuí para que isso aconteça. Você só quer… Acontece, que o mundo não precisa saber o que você e todo mundo quer, o que o mundo precisa é que tenham atitude e comecem a dizer: Eu faço…

Aí, você pode exigir a diferença!....Quando você encontrar a paz interior, você não mais sente necessidade de mudar, você se contenta simplesmente em ser ... não cobra para não ser cobrado... Voce esta crescendo, mas harmoniosamente.




sábado, 20 de fevereiro de 2016

A verdade de cada um....

"Talvez a verdade seja uma questão de ponto de vista e a mentira um ser mutável com o tempo torna-se aceitável, ficando a critério de cada um escolher a sua verdade... A mais agradável! "






 A única verdade é a realidade. Por essa razão, a verdade nunca é absoluta porque espelha a realidade que por sua vez é impossível de conhecer na sua total complexidade.
A verdade absoluta(realidade) seria algo como um diamante lapidado: podemos ver-lhe várias faces de um certo ângulo mas é impossível ver-lhe todas as faces simultaneamente. A realidade está constantemente em mutação, essa mutação processa-se em um ritmo cada vez mais rápido o que torna a realidade cada vez mais complexa......

Nietzsche


Sete sábios, cada um de uma religião, discutiam qual deles conhecia, realmente, a verdade. O mestre, que observava a discussão, aproximou-se e perguntou: "O que vocês estão discutindo?". Um deles respondeu: "Estamos tentando descobrir qual de nós é dono da verdade". Ao escutar isso, o Mestre, imediatamente, pediu a um de seus discípulos que trouxesse sete cegos e um elefante. Em seguida, solicitou que os sete sábios observassem o que aconteceria a seguir. Pediu aos cegos que tocassem, um de cada vez, o elefante e o descrevessem. O primeiro tocou a tromba e comentou: "É comprido, parece uma serpente". O segundo tocou-o no dente e falou: " É duro, acho que é uma pedra". O terceiro segurou-lhe o rabo e sorrindo disse: "É cheio de cordinhas". O quarto pegou na orelha e comentou: "Parece um couro bem grosso". E assim, sucessivamente, cada cego descreveu o elefante de acordo com a parte dele que estava tocando. Quando todos terminaram de descrever o animal, o Mestre perguntou aos sete sábios: "Algum desses cegos mentiu?" Os sábios responderam em coro: "Não senhor, todos falaram a verdade". Então, o Mestre perguntou: "Mas algum deles disse realmente o que é um elefante?" O silêncio tomou conta do templo, mas um deles resolveu arriscar uma resposta: "Não, nenhum cego disse o que é um elefante, mesmo porque cada um tocou apenas uma parte dele". E o Mestre concluiu: "Vocês, sábios, que estão discutindo quem é dono da verdade, parecem cegos. Todos estão falando a verdade, mas, como os sete cegos, cada um se refere apenas a uma parte dela. Ninguém é dono da verdade, porque ninguém a detém por inteiro. Somos donos, apenas, da parte da verdade que escolhemos analisar".
....Parece facil a primeira vista.. mas sempre estamos  querendo estar um passo a frente...parece que  sempre estamos querendo vivenciar coisas que ainda não aconteceram...defesa?....medo?  os pensamentos criam formas... as formas realidades...As projeçoes devem vir de mentes tranquilas para atitudes equilibradas... Afinal voce é aquilo que pensa... 
Vale a pena conferir os 10 mandamentos de Osho, facil? é.... nem tanto....palavra chave DISCIPLINA
1 - Não obedeça a ordens, exceto àquelas que venham de dentro.
2 - O único Deus é a própria vida.
3 - A verdade está dentro, não a procure em nenhum outro lugar.
4 - O amor é a oração.
5 - O vazio é a porta para a verdade, é o meio, o fim e a realização.
6 - A vida é aqui e agora.
7 - Viva completamente acordado.
8 - Não nade, flutue.
9 - Morra a cada momento para que você possa se renovar a cada momento.
10 - Pare de buscar. O que é, é: pare e veja.
(em A Cup of Tea)
Osho

quinta-feira, 29 de outubro de 2015




Nenhum ser humano domina plenamente sua emoção. Desista de ser uma pessoa completamente equilibrada. A energia emocional é sempre flutuante, mas não deve haver exagero. Uma emoção doente é instável, mal-humorada, negativista, desprotegida, ansiosa. Qualquer problema a invade, fere. Uma emoção saudável é estável, motivada, protegida, alegre, tranqüila e capaz de superar os inevitáveis períodos de ansiedade. Seu maior desafio é cuidar e liderar seu próprio ser. O território dos pensamentos e da sua emoção é seu tesouro. se quiserem viver dias felizes, cuide dele mais do que de seus bens.....
 Augusto Curry
A Última Fronteira da Ciência... Descobrir Quem Somos:
Quem discrimina os outros diminui, quem supervaloriza os outros diminui a si mesmo.

domingo, 4 de outubro de 2015

12 maneiras de jogar energia fora...

 

 

Por mais que existam pessoas desequilibradas e difíceis nós é que somos responsáveis pelas nossas energias e cabe a cada um de nós preservá-la e administrá-la da melhor forma possível. Existem “receitinhas”, orações, banhos, cristais e um arsenal de proteção, que são válidos e eficientes até um certo ponto. Porque aquele que não assume a responsabilidade por suas venturas e desventuras sempre estará vulnerável às energias ao seu redor. Sabe por que o outro rouba a sua energia? Porque você deixa a porta aberta!!! E depois ainda diz que a culpa é do outro… Para ajudar a refletir, fiz uma listagem de doze atitudes (e olhe que a lista é imensa!) que gastam uma tremenda energia vital. Uma vez desvitalizado e sem proteção fica fácil para qualquer um chegar perto e perturbar seu equilíbrio. Use esta listagem também para pensar porque a prosperidade às vezes passa longe de você. A energia que seria usada para atrair o bem, a felicidade, o amor, o dinheiro acaba sendo gasta de forma inadequada. Confira a listagem e veja o que precisa ser modificado em sua vida!

1. A FALTA DE CUIDADO COM O CORPO E HÁBITOS Descanso, boa alimentação, hábitos saudáveis, exercícios físicos e o lazer sempre são colocados em segundo plano. A correria da vida diária e a competitividade das grandes cidades faz com que acabemos negligenciando aspectos básicos para a manutenção de nossa saúde energética. Quando a saúde física está comprometida, a aura se ressente, ficando menor e menos brilhante, comprometendo nosso sistema de defesa energético. Os exercícios físicos são sempre úteis por nos ajudar a movimentar e eliminar as energias estáticas. As pessoas que são dependentes químicos apresentam verdadeiros rombos na aura e isso as predispõe a toda sorte de assédios espirituais e vampirismo energético.
2. PENSAMENTOS OBSESSIVOS. Pensar gasta energia e todos nós sabemos disso: ficar remoendo um problema cansa mais do que um dia inteiro de trabalho corporal. Quem não tem domínio sobre seus pensamentos e esse é, aliás, um mal do homem ocidental, torna-se escravo da mente e acaba gastando muita energia. Pensamos tanto que não sobra vitalidade para tomar uma atitude concreta e, o pior, alimentamos ainda mais o conflito. Devemos não só estar atentos ao volume de pensamentos, mas também à qualidade deles. Pensamentos positivos, éticos e elevados nos recarregam, ao passo que a negatividade e pessimismo consomem energia e atraem mais negatividade para nossas vidas. Observe: pensando você conseguiu resolver o problema? Quase sempre a resposta é ‘não’. Então, mude de atitude. Relaxe, use uma música suave e entregue o problema para o universo resolver. Mesmo que isso aconteça apenas por alguns poucos minutos. Durante esse tempo sua mente estará descansando. Quando a mente silencia, permite que sua intuição, seu anjo da guarda, Deus, Eu Superior ou o que você acreditar, converse com você e lhe traga inspiração e criatividade e isso se reverte em mais energia. Os meus alunos têm semanalmente 2 horas para fazer isso, o resultado é muito bom. Que privilégio, não?!!!!
3. SENTIMENTOS TÓXICOS. Se você sofre um choque emocional ou sente uma raiva intensa, pode estar certo, até o final do dia estará simplesmente esgotado energeticamente. Juntamente com a raiva você queimou altas doses de sua energia pessoal. Imagine agora um ser que nutre ressentimentos e mágoas, às vezes durante anos seguidos. De onde você acha que vem o combustível para alimentar esses sentimentos tão densos? Não é à toa que muitas dessas pessoas ficam estagnadas e não são prósperas, afinal, a energia que alimenta o prazer, o sucesso e a felicidade está sendo gasta na manutenção de sentimentos negativos. Medo gasta energia, culpa também, já a ansiedade descompassa a vida. Por outro lado, os sentimentos positivos e elevados, como a amizade, o amor, a confiança, o desprendimento, a solidariedade, a auto-estima e principalmente a alegria e bom humor recarregam nossa energia e nos dão força para empreender projetos e superar obstáculos.
4. FUGIR DO PRESENTE. Onde eu coloco a minha atenção aí coloco a minha energia. É tendência freqüente do ser humano achar que no passado as coisas eram mais fáceis: ‘bons tempos aqueles!”. Tanto os saudosistas, que se apegam aos prazeres do passado, quanto aqueles que não conseguem esquecer os traumas e desatinos de tempos atrás, estão colocando suas energias no passado. Por outro lado temos os sonhadores ou aqueles que vivem numa eterna expectativa do futuro, depositando nele sua felicidade e realização. Viver no tempo passado ou futuro faz com que sobre pouca ou nenhuma energia no tempo presente. E é somente no presente que você constrói sua vida. O passado e o futuro dependem unicamente do seu momento presente. Aquele que vive sempre no tempo errado não tem em mãos uma dose de energia suficiente para se proteger das energias e locais densos.
5. FALTA DE PERDÃO. Perdoar significa soltar. Soltar ressentimentos, mágoas, culpas. Soltar o que aconteceu e olhar somente para a frente e viver o presente. Quanto mais perdoamos, menos bagagem interior carregamos e gastamos menos energia alimentando feridas do passado. Mais do que uma regra religiosa, o perdão é uma atitude inteligente daquele que busca viver bem e quer seus caminhos livres e abertos para a felicidade. Aquele que não sabe perdoar os outros e a si mesmo, fica ‘energeticamente obeso’, carregando fardos do passado e isso requer muita energia.
6. MENTIRA PESSOAL. Todos nós mentimos ao longo de nossas vidas e sabemos quanta energia é gasta posteriormente para sustentar a mentira e, quase sempre, acabamos sendo pegos. Imagine agora quando ‘você é a mentira’. Quanta energia gastamos para sustentar caras, poses, desempenhos que não são autênticos!!! Somos educados para desempenhar papéis e não para sermos nós mesmos. A mocinha boazinha, o machão, a vítima, a mãe extremosa, o corajoso, o pai enérgico, a mártir, o intelectual, a lista é enorme. Quando somos nós mesmos a vida flui e tudo acontece com pouquíssimo esforço. O mesmo não é válido quando queremos desempenhar um papel que não é o nosso.
7. VIVER A VIDA DO OUTRO. Ninguém vive só, através dos relacionamentos interpessoais evoluímos e nos realizamos. Mas é preciso ter noção de limites e saber amadurecer também nossa individualidade. Esse equilíbrio que traz senso de limite e respeito por si e pelo espaço do outro nos resguarda energeticamente e nos recarrega. Quem cuida da vida do outro, sofrendo seus problemas e interferindo mais do que é recomendável, acaba não tendo energia para construir sua própria vida. O único prêmio, nesse caso, será a frustração. Quando interferimos na vida alheia, nos misturamos com o carma negativo do outro e trazemos isso para nossa vida.
8. BAGUNÇA E PROJETOS INACABADOS. A bagunça afeta de forma muito negativa as pessoas, causando confusão mental e emocional. Um truque bem legal para os períodos confusos é arrumar a casa, os armários, gavetas, a bolsa, os documentos e tudo o que mereça uma boa faxina. À medida em que ordenamos e limpamos os objetos, também colocamos em ordem a mente e o coração. Pode não resolver o problema, mas nos ajuda bastante e traz um grande alívio. Outra forma bem eficiente de perder energia é não terminar tarefas. Todas as vezes, por exemplo, que você vê aquela blusa de tricô que não concluiu, ela lhe diz inconscientemente: “você não me terminou! Você não me terminou! E isso gasta uma energia tremenda! Ou você termina definitivamente a blusa ou livre-se dela e assuma que não vai terminá-la. O importante é tomar uma atitude. O desenvolvimento do auto-conhecimento, da disciplina e da determinação farão com que você não invista em projetos que não serão concluídos e que apenas consumirão tempo e energia. E lembre-se, bagunça e sujeira são ótimas moradas para energias densas e desarmoniosas.
9. AFASTAMENTO DA NATUREZA. A Natureza é nossa maior fonte de alimento energético e, além de nutrir, também nos limpa das energias estáticas e desarmoniosas. O homem moderno, que habita e trabalha em locais muitas vezes doentios e desequilibrados, vê-se privado dessa fonte maravilhosa de energias. A competitividade, o individualismo e o estresse das grandes cidades agravam esse quadro e favorecem o vampirismo energético, onde todos sugam e são sugados em suas energias vitais. Procure, sempre que possível, estar junto à Natureza. Você também pode trazê-la para dentro de sua casa ou local de trabalho. Além de um ótimo recurso decorativo, as plantas humanizam os ambientes, nos acalmam e absorvem as energias negativas e poluentes.
10. PREGUIÇA, NEGLIGÊNCIA. E falta de objetivos na vida. Esse ítem não requer muitas explicações: negligência com a sua vida denota também negligência com seus dons e potenciais e, principalmente, com sua energia vital. Aquilo do que você não cuida, alguém vem e leva embora. O resultado: mais preguiça, moleza, sono….
11. FANATISMO. Passa um ventinho: “Ai meu Deus!!!! Tem energia ruim aqui!!!” Alguém olha para você: “Oh! Céus, ela está morrendo de inveja de mim!!!” Enfim, tudo é espírito ruim, tudo é energia do mal, tudo é coisa do outro mundo. Essas pessoas fanáticas e sugestionáveis também adoram seguir “mestres e gurus” e depositar neles a responsabilidade por seu destino e felicidade. É fácil, fácil manipular gente assim e não só em termos de energia, mas também em relação à conta bancária!
12. FALTA DE ACEITAÇÃO. Pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm. Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’. O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!
Vera Caballero é Professora de Yoga, numeróloga, terapeuta floral, reiki master, massoterapeuta,

עילי בוטנר וילדי החוץ - על קצות האצבעות - קליפ

Existem aquelas pessoas revoltadas com a vida e consigo mesmas, que não aceitam suas vidas como elas são, que rejeitam e fazem pouco caso daquilo que têm....Bem..... Esses indivíduos vivem em constante conflito e fora do seu eixo. E, por não valorizarem e não tomarem posse dos seus tesouros – porque todos nós temos dádivas – são facilmente ‘roubáveis’..... O importante é aprender a aceitar e agradecer tudo o que temos (não confundir com acomodação). Quando você agradece e aceita fica em estado vibracional tão positivo que a intuição e a criatividade são despertadas. Surgem, então, as possibilidades de transformar a vida para melhor!.. Veja sempre a oportunidade de crescer, mudar e olhar... tudo na vida tem 2 lados... por qual lente voce quer ver?









Hoje, a humanidade, como nunca antes, está dividida em duas metades aparentemente inconciliáveis.
A regra psicológica diz que, quando uma situação interior não é conscientizada, ela acontece fora, como sina.
Quer dizer, quando o indivíduo permanece não-dividido e não se conscientiza de suas contradições internas, o mundo tem forçosamente de representar o conflito e ser rasgado em duas metades opostas.
C. G. Jung, 1959

C.G. Jung - A Importância dos Sonhos (Parte I de II)

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Existem coicidencias???



Jung
A concepção junguiana de sincronicidade é de que, mediante um silenciosa e misteriosa troca de energias, nosso estado interior está ativamente ligado a objetos e acontecimentos à nossa volta.... Em nossa vida muitas vezes acontecem fatos que demonstram a existência da Sincronicidade.
Você pensa em uma pessoa de seu passado, e ela aparece, ou alguém lhe fala dela. Você precisa de alguma coisa e alguém lhe dá de presente, sem você ter lhe falado nada sobre isso. E tantas coisas mais.
Isso não é coincidência, mas sincronicidade: dois eventos que aparentemente não estão relacionados se apresentam no tempo e no espaço.
. Quando você compreende as relações e os significados das coisas em sua vida você consegue estabelecer relações.... E o despertar da intuição fortalecida pelo conhecimento das técnicas colocam em ação a Sincronicidade, atraindo eventos da mesma natureza.....

Sincronicidade é um conceito desenvolvido por Carl Gustav Jung para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal mas por relação de significado. A sincronicidade é também chamada por Jung de “coincidência significativa”.
O termo Sincronicidade foi utilizado pela primeira vez em publicações científicas em 1929, porém C.G.Jung demorou ainda mais 21 anos para acabar o livro “SINCRONICIDADE: UM PRINCÍPIO DE CONEXÕES ACAUSAIS”, onde expõe o conceito e propõe o início da discussão do assunto. Um de seus últimos livros e segundo ele, o de elaboração mais demorada devido à complexidade do tema e da impossibilidade de reprodução dos eventos em ambiente controlado.

Basicamente, é a experiência de se ter dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa (ou pessoas) que vivenciaram essa “coincidência significativa”, onde esse significado sugere um padrão subjacente.
A sincronicidade difere da coincidência, pois não implica somente na aleatoriedade das circunstâncias, mas sim num padrão subjacente ou dinâmico que é expresso através de eventos ou relações significativos.
Acredita-se que a sincronicidade é reveladora e necessita de uma compreensão, essa compreensão poderia surgir espontaneamente, sem nenhum raciocínio lógico. A esse tipo de compreensão instantânea Jung dava o nome de “insight”.
Jung afirmava que temos quatro funções básicas: razão, emoção, sensação e intuição. No nosso ser, geralmente uma delas é predominante. Mas quando trabalhamos internamente estas funções na direção do equilíbrio, uma nova função é acrescentada: a sincronicidade.

Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre.
As melhores energias vêm do amor pela Vida, pelo nosso planeta, pelo nosso solo, pela nossa gente e por nós mesmos. Tudo o mais é consequência disso.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O amor está no fim da negação

 
 
 
 
 
 
 
Pergunta: O que significa "aceitar o que é"? Como difere da resignação?
Krishnamurti: Que é aceitação? Qual é o processo da aceitação? Aceito o sofrimento; — que significa isso? Sofro pela perda de um amigo, irmão ou filho. A aceitação desse sofrimento, pela explicação, é resignação, não acham? Digo que a morte é inevitável, e o sofrimento desaparece; racionalizo, ou volto-me para o karma, ou reencarnação, e aceito. Aceitação é processo de reconhecimento, não é verdade? Não definem a palavra, mas percebam a significação que ela encerra. Isto é, aceito para estar em paz. Resigno-me a um acontecimento, uma circunstância, um incidente. Aceito-os porque então fico em paz, livre do estado de conflito. Há outro motivo na resignação, do qual não posso estar cônscio. Muito profundamente, inconscientemente, desejo estar em paz, não quero perturbação. Mas a perda, causa perturbação, que chamamos dor. E, a fim de fugir ao sofrimento, explico, justifico, e depois digo: "resigno-me ante o inevitável, ao karma". Essa é a maneira mais tola de reagir, não acham? Nunca trará compreensão alguma. 
Se sou capaz de olhar o que é — isto é, aquilo que aconteceu, a morte de alguém, um incidente — sem nenhum processo mental, se posso observá-lo, estar cônscio dele, segui-lo, estar em comunhão com ele, amá-lo, não há então resignação, aceitação. Terei de aceitar o fato. Fato é fato. Mas se puderem se abster de o traduzir, de o interpretar, de o justificar, de o colocar num lugar que lhes seja conveniente, se estão conscientes desse fato, e o colocam de parte, naturalmente, sem esforço, poderão ver o que é inteiramente diferente, o que tem significação. Essa coisa começará então a revelar-se, limitadamente, superficialmente, no princípio. Mas assim que ela começar a se revelar, vai se revelando mais e mais, tal como acontece quando lemos um livro. Mas se já tiraram uma conclusão sobre o livro, se já sabem o seu fim, não estão então lendo. 
A compreensão do que é não pode vir por meio de justificação, condenação, ou pelo se identificar com o que é. Perdemos o caminho do amor. Eis porque existe todo esse processo superficial. Não perguntem o que é o amor. estão sempre falando de amor, — mas o que entendem por "amor"? Não se pode descobrir o que é o amor pela negação. Como levamos uma vida de negação, não pode haver amor. Sendo a nossa vida sumamente destrutiva, a nossa maneira de vida, a nossa maneira de comunhão é egocêntrica. Aquilo que tudo abraça só poderá ser compreendido quando a negação tiver cessado. A compreensão do que é só pode vir quando estamos em plena comunhão com o que é
Krishnamurti em, Quando o pensamento cessa

Todos dizem "eu te amo" sem saber o que é amor

Todo o mundo fala de amor - toda a revista e jornal e todo missionário discorre interminavelmente sobre o amor.(...) Quando você diz que ama a Deus, que isso significa? Significa que ama uma projeção de sua própria imaginação, uma projeção de si mesmo, revestida de certas formas de respeitabilidade, conforme o que você pensa ser nobre e sagrado; o dizer "Amo a Deus" é puro contrassenso. Quando você adora a Deus, está adorando a si mesmo; e isso não é amor.

(...) A adoração de uma certa pessoa, o amor carnal, a troca de emoções, o companheirismo - será isso o que se entende por amor? Essa foi sempre a norma, o padrão, que se tornou tão pessoal, sensual, limitado, que as religiões declararam que o amor é muito mais do que isso. Naquilo que denominam "amor humano", elas veem que existe prazer, competição, ciúme, desejo de possuir, de conservar, de controlar, de influir no pensar de outrem e, sabendo da complexidade dessas coisas, dizem as religiões que deve haver outra espécie de amor - divino, belo, imaculado, incorruptível.

(...) Pode o amor ser dividido em sagrado e profano, humano e divino, ou só há amor? O amor é para um só e não para muitos? Se digo "Eu te amo", isso exclui o amor do outro? O amor é pessoal ou impessoal? Moral ou imoral? Familial ou não familial? Se você ama a humanidade, pode amar o indivíduo? O amor é sentimento? Emoção? O Amor é prazer e desejo? Todas essas perguntas indicam - não é verdade? - que temos ideias a respeito do amor, ideias sobre o que ele deve ou não deve ser, um padrão, um código criado pela cultura em que vivemos.

(...) Para compreender o amor, não devo em primeiro lugar libertar-me de minhas inclinações e preconceitos? Vejo-me confuso, dilacerado pelos meus próprios desejos e, assim, digo entre mim: "Primeiro, dissipa a sua confusão. Talvez você tenha possibilidade de descobrir o que é amor através do que ele não é".

(...) O governo ordena: "Vai e mate, por amor à pátria!" Isso é amor? A religião preceitua: "Abandone o sexo, pelo amor de Deus". Isso é amor? O amor é desejo? Não diga que não. Para a maioria de nós, é; desejo acompanhado de prazer, prazer derivado dos sentidos, pelo apego e o preenchimento sexual.
(...) Você diz que ama sua esposa. Nesse amor está implicado o prazer sexual, o prazer de ter uma pessoa em casa para cuidar dos filhos e cozinhar. Você depende dela; ela lhe deu o seu corpo, suas emoções, seus incentivos, um certo sentimento de segurança e bem-estar. Um dia, ela o abandona; se aborrece ou foge com outro homem, e eis destruído todo o seu equilíbrio emocional; essa perturbação, de que você não gosta, chama-se ciúme. Nele existe sofrimento, ansiedade, ódio e violência. Por conseguinte, o que realmente você está dizendo é: "Enquanto me pertence, eu te amo; mas, tão logo deixe de me pertencer, começo a lhe odiar. Enquanto posso contar com você para a satisfação de minhas necessidades sociais e outras, eu te amo, mas, tão logo deixe de atender a minhas necessidades, não gosto mais de você".

(...) A mente que se acha nas garras do sofrimento jamais conhecerá o amor; o sentimentalismo e a emotividade nada, absolutamente nada, têm que ver com o amor. Por conseguinte, o amor nada tem em comum com o prazer e o desejo.

O amor não é produto de pensamento, que é o passado. O pensamento não pode de modo nenhum cultivar o amor. O amor não se deixa cercar e enredar pelo ciúme; porque o ciúme vem do passado. O amor é sempre o presente ativo. Não é "amarei" ou "amei". Se você conhece o amor, não seguirá ninguém. O amor não obedece. Quando se ama, não há respeito nem desrespeito.

Você não sabe o que significa amar realmente alguém - amar sem ódio, sem ciúme, sem raiva, sem procurar interferir no que o outro faz ou pensa, sem condenar, sem comparar - não sabe o que isto significa? Quando há amor, há comparação? Quando você ama alguém de todo o coração, com toda a sua mente, todo o seu corpo, todo o seu ser, existe comparação? Quando você se abandona completamente a esse amor, não existe "o outro".

O amor tem responsabilidades e deveres, e emprega tais palavras? Quando você faz alguma coisa por dever, há nisso amor? No dever não há amor. A estrutura do dever, na qual o ente humano se vê aprisionado, o está destruindo. Enquanto você é obrigado a fazer uma coisa, porque é seu dever fazê-la, não ama a coisa que está fazendo. Quando há amor, não há dever nem responsabilidade.

A maioria dos pais, infelizmente, pensa que são responsáveis por seus filhos, e seu senso de responsabilidade toma a forma de lhes preceituar o que devem fazer e o que não devem fazer, o que devem ser e o que não devem ser. Querem que os filhos conquistem uma posição segura na sociedade. Aquilo a que chamam de responsabilidade faz parte daquela respeitabilidade que eles cultivam; e a mim me parece que, onde há respeitabilidade, não existe ordem; só lhes interessa o tornar-se um perfeito burguês. Preparando os filhos para se adaptarem à sociedade, estão perpetuando a guerra, o conflito e a brutalidade. Pode-se chamar a isso zelo e amor? (...) quando preparam os seus filhos para se adaptarem à sociedade, os estão preparando para serem mortos. Se amassem seus filhos, não haveria guerras.

(...) Assim, ao perguntar o que é o amor, você pode ter muito medo de ver a resposta. Ela pode significar uma completa reviravolta; poderá dissolver a família; você pode descobrir que não ama sua esposa ou marido ou filhos (você os ama?); pode ter de demolir a casa que construiu; pode nunca mais voltar ao templo.

(...) Mas, se você deseja continuar a descobrir, verá que o medo não é amor, a dependência não é amor, o ciúme não é amor, a posse e o domínio não são amor, responsabilidade e dever não são amor, autocompaixão não é amor, a agonia de não ser amado não é amor, que o amor não é o oposto do ódio, como a humildade não é o oposto da vaidade. Desse modo, se você for capaz de eliminar tudo isso, não à força, porém lavando-o assim como a chuva fina lava a poeira de muitos dias depositada numa folha, então, talvez, encontrará aquela flor peregrina que o homem sempre buscou sequiosamente.

Se você não tem amor - não em pequenas gotas, mas em abundância; se não está transbordando de amor, o mundo irá ao desastre. Intelectualmente, você sabe que a unidade humana é a coisa essencial e que o amor constitui o único caminho para ela, mas quem pode lhe ensinar a amar? Poderá uma autoridade, um método, um sistema lhe ensinar a amar? Se alguém o ensina, isso não é amor. Você pode dizer: "Eu me exercitarei para o amor. Todos os dias me sentarei para refletir sobre ele. Exercitar-me-ei para ser bondoso, delicado e me forçarei a ser atencioso com os outros"? – Você acha que pode se disciplinar para amar, que pode exercer a vontade para amar? Quando exerce a vontade e a disciplina para amar, o amor lhe foge pela janela. Pela prática de um certo método ou sistema de amar, você pode se tornar muito hábil, ou mais bondoso, ou entrar num estado de não-violência, mas nada disso tem algo em comum com o amor.

(...) Uma coisa me parece absolutamente necessária; a paixão sem motivo, a paixão não resultante de compromisso ou ajustamento, a paixão que não é lascívia. O homem que não sabe o que é paixão, jamais conhecerá o amor, porque o amor só pode existir quando a pessoa se desprende totalmente de si própria.

A mente que busca não é uma mente apaixonada, e não buscar o amor é a única maneira de encontrá-lo; encontrá-lo inesperadamente e não como resultado de qualquer esforço ou experiência. Esse amor, como vereis, não é do tempo; ele é tanto pessoal, como impessoal, tanto um só como multidão.

(...) O amor é uma coisa nova, fresca, viva. Não tem ontem nem amanhã. Está além da confusão do pensamento. Só a mente inocente sabe o que é o amor, e a mente inocente pode viver no mundo não inocente. Só é possível encontrá-la, essa coisa maravilhosa que o homem sempre buscou sequiosamente por meio de sacrifícios, de adoração, das relações, do sexo, de toda espécie de prazer e de dor, só é possível encontrá-la quando o pensamento, alcançando a compreensão de si próprio, termina naturalmente. O amor não conhece o oposto, não conhece conflito.

(...) Mas, você não sabe como chegar a essa fonte maravilhosa - e, assim, o que faz? Quando não sabe o que fazer, nada faz, não é verdade? Nada, absolutamente. Então, interiormente, você está completamente em silêncio. Compreende o que isso significa? Significa que você não estás buscando, nem desejando, nem perseguindo; não existe nenhum centro. Há, então, o amor.

Krishnamurti - Do Livro: "LIBERTE-SE DO PASSADO"

O ego é um sentido falso de eu

Primeiro é preciso entender o que significa consciência. Você está andando na rua. Está consciente de muitas coisas — das lojas, das pessoas que passam por você, do tráfego, de tudo. Está ciente de muitas coisas, menos de uma — você mesmo. Você está andando na rua, consciente de muitas coisas e esquecido de si mesmo! Essa consciência George Gurdjieff chamou de "lembrança de si mesmo". Ele dizia: "Constantemente, onde quer que você esteja, lembre-se de si mesmo."
Não importa o que esteja fazendo, nunca deixe de fazer outra coisa interiormente: ficar consciente do que estiver fazendo. Você está comendo — fique consciente de si mesmo. Está caminhando — fique consciente de si mesmo. Está ouvindo, está falando — fique consciente de si mesmo. Quando estiver com raiva, fique consciente de que está com raiva. Essa lembrança constante de si mesmo cria uma energia sutil, uma energia muito sutil dentro de você. Você começa a ser um ser cristalizado. 
Na maior parte do tempo, você é só um saco vazio! Nenhuma cristalização, nenhum centro de verdade — só liquidez, só uma combinação ao acaso de muitas coisas sem nenhum centro. Uma multidão, em constante mudança, mas ninguém que a comande. A consciência é que faz de você o comandante do navio — e quando eu digo comandante não quero dizer alguém que detenha o comando. Quero dizer uma presença — uma presença contínua. Sempre que estiver fazendo alguma coisa, ou não estiver fazendo nada, uma coisa tem de ser constante na sua consciência: que você é
O simples sentimento de si mesmo, e de que esse si mesmo é, cria um centro — um centro de calma, um centro de silêncio, um centro de comando interior. Trata-se de um poder interior. E quando eu digo "poder interior" quero dizer literalmente isso. É por isso que Buda fala do "fogo da Consciência" — ela é um fogo. Se começar a ficar consciente, você começará a sentir uma energia nova em você, um fogo, uma vida nova. E, por causa dessa vida nova, desse poder, dessa energia, muitas coisas que dominavam você se dissipam. Você não tem de lutar contra elas. 
Você tem de lutar contra sua raiva, contra a sua ganância, contra o sexo, porque você é fraco. Portanto, na verdade, a ganância, a raiva, o sexo não são o problema, a fraqueza do homem. Quando você começar a ficar mais forte interiormente, com um sentimento de presença interior — de que você é —, suas energias ficaram concentradas, cristalizadas num único ponto, e nasce um Eu. Veja, não nasce um ego, nasce um Eu. O ego é um sentido falso de eu. Mesmo sem ter um Eu, você continua acreditando que você é um Eu — que na verdade é o ego. Ego significa falso eu — você não é um Eu, embora acredite que seja.

OSHO

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Além do Cosmos - Mecânica Quântica - (National Geographic)


O HOMEM é o sacerdote para quem o mundo é um TEMPLO grandioso onde a sua RELIGIÃO é o culto do enígma indecifrável da existência: a NATUREZA!” (Fritz Kahn).

como anda seu autoconhecimento.....

Quando se dá o processo de autoconhecimento? - "Quando passamos a nos reconhecer não como melhores ou piores que os outros, mas diferentes. Reconhecemos que não somos nem tão bons quanto gostaríamos, nem tão maus quanto nossas culpas nos fazem parecer"....

 Com certeza, você já ouviu falar centenas de vezes sobre a importância do autoconhecimento; já recebeu diversas dicas e conselhos nesse sentido. Ocorre que algumas pessoas ficam com a sensação que essa busca é um processo que ocorre em uma determinada altura ou período da vida, não é bem assim.
A consciência da busca por si mesmo não tem data precisa para começar, mas uma vez iniciada não cessará jamais. Digo consciência da busca, porque ela sempre nos acompanhou, ainda que de forma inconsciente, durante todas as fases anteriores ao início do despertar da consciência.

A busca por si mesmo é a experiência mais profunda, rica, ousada e emocionante à qual podemos nos submeter. Trata-se de um processo paradoxal, difícil, em muitos momentos um verdadeiro labirinto, em outros períodos, de “estrada” arejada, luminosa e arborizada.

Quando a consciência desperta para a busca de si mesmo, você fez a primeira grande descoberta: você se conhece pouco, bem menos do que acreditava conhecer...

Essa consciência pode causar muita dor em algumas pessoas, curiosidade em outras e um total redirecionamento de vida para aquelas que aproveitam melhor a oportunidade, independentemente de em qual grupo estejam.

O curioso desse processo é que você passa a ter uma sensação de que sabe cada vez menos à medida que sabe cada vez mais a respeito de si. É aí que nasce a verdadeira humildade (no melhor dos casos); passamos a nos reconhecer não como melhores ou piores que os outros, mas diferentes. Reconhecemos que não somos nem tão bons quanto gostaríamos, nem tão maus quanto nossas culpas nos fazem parecer. É um renascimento!

Haverá inevitáveis momentos de dor e decepção com a imagem anterior que fazíamos a nosso respeito. Ocorrerão momentos de frustração, desânimo e, não raro, depressão (para algumas pessoas). Todos esses fatos são excelentes desculpas nobres para uma atitude pobre: deixar de buscar se conhecer.
Não desista! Essas dores e sofrimentos mais intensos são momentos de “cura”, restabelecimento do equilíbrio e superação. Passadas as turbulências, aprendemos que para voar mais alto passamos várias vezes por ventos fortes, mas evidencia-se a nossa capacidade de superá-los.
Desistir de conhecer-se somente por constatar que você é diferente do que imaginava é uma grande tolice. Você gostaria de passar o resto da vida como um desconhecido de si mesmo? Acredite, não valeria a pena...

Não seja um estranho a si mesmo, estranhe-se para melhor se conhecer. Não haverá autoestima verdadeira sem autoconhecimento em ação...

Conhecer a nós mesmos é nosso maior desafio, nossa maior viagem, nossa maior loucura e, ao mesmo tempo, nosso maior ato de sanidade.

Ao longo do caminho você se surpreenderá negativa e positivamente consigo, aproveite as surpresas positivas, aprenda e reoriente as negativas – tudo é uma questão de escolha.

As pessoas que você conhece, que dizem não ter escolha, escolheram não possuí-las. Colocaram a si mesmas em cheque; sabotaram-se, esconderam-se e acabaram encurraladas em um canto escuro do que chamam destino...

Seja co-autor  do seu destino. Conheça a personagem principal: você!

Somente assim você poderá escolher novos caminhos para a sua própria história. Tome coragem de conhecer-se, buscar-se e você será autor e autora de sua própria estoria..

Todas as pessoas que se acham muito boas ou muito más, incríveis ou desprezíveis, maravilhosas ou fracassadas; todas elas se esqueceram de buscar se conhecer melhor, desistiram da busca por si mesmas.

Muitos serão os obstáculos, não desista, o espetáculo da sua vida só ocorre quando você conhece bem o seu papel...

Descubra-se – esta expressão significa retirar aquilo que oculta: as máscaras, os mecanismos de defesa, os disfarces, papéis que não são nossos...

É preciso viver corretamente o momento,  "pois cada instante é reverenciado como um grande acontecimento, existe uma interdependência, tudo se relaciona," diz o ensinamento budista. "Quando eu como, eu como, quando falo, falo. Nada falta, nada em excesso",  cada um é discípulo de si mesmo diz um dito Zen...



 


Estou compartilhando com vcs  ....3ª FEIRA MÍSTICA,
dias 01 e 02 de agosto
Estande 42 estarão as orgonites feitas  pela minha amiga karina..



sexta-feira, 12 de junho de 2015




“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor”.
- Goethe

Quem nunca passou por uma situação na qual parecia que o universo estava tentando falar alguma coisa? Você pensa em alguém e essa pessoa te liga. Você sonha com alguém e depois esbarra com ela na rua. Na mesma semana te falam de uma música, filme ou livro e parece que ele está em todos os lugares. E aquela ligação estranha entre irmãos gêmeos, exploradas pelo cinema, em que um sofre um acidente e o outro sente dor. Esse tipo de situação normalmente é chamada de coincidência. Mas será que é só isso, um evento arbitrário?

Esse tipo de fenômeno está sendo cada vez mais estudado dentro dos campos da parapsicologia e afins, e parece que agora a ciência começa a entender um pouco melhor isso e explicar essas coisas de forma ‘científica’. Mas se voltarmos um pouco na história, essas situações já eram vividas e entendidas pelos místicos.

 Segundo o livro Caibalion, um clássico da literatura hermética, a primeira dessas concepções é a lei do mentalismo: “O todo é mente, e o Universo é mental”. Se considerarmos essa concepção da natureza, tudo esta interligado, como se fosse uma grande mente universal.

O psiquiatra suíço Carl Jung desenvolveu, em sua teoria Analítica, um conceito que pode ajudar a explicar esses tipos de fenômenos e essa realidade de interconectividade: o “Inconsciente Coletivo”. A grosso  modo, para Jung, além do nosso consciente, subconsciente e inconsciente (postulado por Freud), existe uma camada ainda mais profunda compartilhada por todos os indivíduos, portanto coletiva, a qual todos estamos sujeitos. É como se fosse uma grande rede, que está presente em cada um de nós, e em todos nós.

Uma camada mais ou menos superficial do inconsciente é indubitavelmente pessoal. Nós a denominamos inconsciente pessoal. Este porém repousa sobre uma camada mais profunda, que já não tem sua origem em experiências ou aquisições pessoais, sendo inata. Esta camada mais profunda é o que chamamos inconsciente coletivo. Eu optei pelo termo "coletivo" pelo fato de o inconsciente não ser de natureza individual, mas universal; isto é, contrariamente à psique pessoal ele possui conteúdos e modos de comportamento, os quais são 'cum grano salis' os mesmos em toda parte e em todos os indivíduos. Em outras palavras, são idênticos em todos os seres humanos, constituindo portanto um substrato psíquico comum de natureza psíquica suprapessoal que existe em cada indivíduo. (JUNG, 2000, p.15)


Considerando este conceito, podemos entender o fenômeno das coincidências como algo que o próprio Jung denominou sincronicidade, que seria a “simultaneidade de um estado psíquico com um ou vários acontecimentos que aparecem como paralelos significativos de um estado subjetivo momentâneo e, em certas circunstâncias, também vice-versa” (JUNG, 1991, par. 818). Em outras palavras, é a percepção de um fenômeno que contém geralmente um significado simbólico, através de situações que não compartilham nenhum tipo de relação aparente, ou seja, acausais, e exprimem um estado psíquico interno compartilhado com um evento objetivo e externo.

O interesse de Jung por esse tipo fenômeno sempre causou certo desconforto para a comunidade científica, no entanto, as novas concepções de realidade apresentadas pela moderna física quântica começam a explicar essa interligação de forma científica, corroborando com as concepções Junguianas destes fenômenos. Vale a pena dizer que Jung era amigo de Wolfgang Pauli, um dos primeiros estudiosos da física quântica*.

Em resumo, a física quântica trabalha com partículas atômicas e sub-atomicas, ou seja, átomos, moléculas, elétrons, prótons, nêutrons, etc, e estuda as dinâmicas interações destas partículas. Dentre essas partículas, podemos citar os fótons, que são as menores partículas envolvidas numa radiação eletromagnética. Aparentemente, fugimos um pouco do tema, mas cientistas contemporâneos já realizaram experimentos nos quais, apesar de separados por grandes distâncias, dois fótons interagem entre si, mesmo sem apresentar uma conexão causal, ou seja, é como se houvesse algo que os conecta, que vai além da realidade física e observável.

Se utilizarmos o exemplo de dois fótons correlacionados, onde é possível alterar o estado de um deles, alterando-se o estado do outro e de modo instantâneo, então seria possível haver uma correlação não-local entre os inconscientes de todos os seres humanos, o que resultaria no Inconsciente Coletivo de Jung e na sua Psicologia Analítica. (NUNES, 2009, p.8)

Toda essa interconexão da consciência já não é mais teórica e esta sendo comprovada. Existe um experimento, realizado em entre os anos de 1993 e 1994 por Jacobo Ginberg, um neurofisiologista da Universidade do México que consistiu em colocar duas pessoas para meditar juntas, com a intenção de se comunicarem diretamente, sem troca de sinais ou conversa. Essas pessoas eram isoladas uma da outra em “gaiolas Faraday”, câmaras eletromagneticamente impermeáveis, e seus respectivos cérebros conectados a máquinas de eletroencefalograma.

Após um breve tempo de meditação, foram mostrados flashes de luz para apenas um dos sujeitos, cuja atividade elétrica cerebral era alterada em resposta aos flashes. É ai que a coisa fica interessante. No eletroencefalograma do outro sujeito que não recebeu nenhum flash de luz, foi constatado que seu cérebro recebeu um potencial, virtualmente igual em intensidade e força, variando em atividades elétricas de 65% a 75%. Esse é um valor muito substancial e a conclusão do experimento é que a atividade elétrica de um cérebro se transfere para outro cérebro, sem conexão ou contato elétrico nenhum. Este experimento foi replicado por Peter Fenwick em Londres e Leanna Standish e seu grupo na universidade de Bastyr, em Seattle. Todos concluíram a mesma coisa: existe uma transferência de informação de cérebro a cérebro, sem nenhuma conexão eletromagnética.

Essas conclusões são muito interessantes e significativas, e acabam por explicar, mesmo que parcialmente, os fenômenos de sincronicidades. No entanto, apesar de explicarem uma comunicação não-local entre sujeitos, pouco se sabe sobre o motivo destas manifestações acontecerem em determinados momentos, ou com determinadas pessoas. No romance best seller americano “A Profecia Celestina”, James Redfield conta a história de um manuscrito encontrado no Peru que contém nove visões, ou nove etapas, que os seres humanos precisam desenvolver afim de evoluir individualmente como sujeitos e coletivamente como espécie. A primeira etapa deste processo é descrita como a tomada de consciência das “coincidências” que nos cercam. É defendido, que para evoluirmos, o primeiro passo a ser dado é perceber essas sincronicidades e não considerá-las como mero acaso, mas uma forma intuitiva de buscar informações no dia-a-dia que nos impulsionam a melhorar e expandir a consciência.

Acho pertinente, por tanto, encerrar dizendo que devemos prestar atenção a nossa volta e analisar essas coincidências, entender o que elas nos dizem e para onde elas apontam. Quando fazemos isso, cada vez mais essas situações acontecem e nos indicam que estamos no caminho certo. Aos poucos, vamos integrando destino e livre arbítrio, expandindo nossa consciência e nos aproximando dos horizontes da jornada da alma.

* Para saber mais sobre essa amizade, leia “A permuta dos sábios: um estudo sobre as correspondências entre Carl Gustav Jung e Wolfgang Pauli” de Cesar Rey Xavier

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CAMAYSAR, R. O Caibalion. São Paulo, Pensamento. 2000.
JUNG, C. G. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. Petrópolis, Vozes. 2000.
JUNG, C. G. Sincronicidade. Petrópolis, Vozes. 1991.
NUNES, A. L. Física e Psicologia: Um diálogo interdisciplinar. XVIII Simpósio nacional de ensino de Física. 2009

terça-feira, 9 de junho de 2015

Quem olha para fora sonha... quem olha para dentro desperta...(JUNG)





O acesso ao nosso divino interno só é feito por meio do autoconhecimento. E isso é conseguido por meio do olhar para dentro, se confrontar e silenciar. Várias técnicas – como as meditações, as terapias de liderança e as formas de respiração – propõem esse encontro com os pensamentos. No começo, é difícil! É como tentar parar uma locomotiva em alta velocidade. Quando freada, os vagões batem uns nos outros, descarrilando. Assim também acontece com os pensamentos quando a mente é cessada. Entretanto, diariamente, com treino e técnica, os pensamentos vão vindo e indo, e será possível entender o recado que eles querem nos passar.
No momento que começamos a expandir nossa consciência sentimos um grande alívio, é como parar de tatear no escuro e começar a ver as coisas com mais clareza. Constatamos que estamos distantes do nosso divino, mas já sabemos como fazer para acessá-lo, por isso a angústia começar a ser curada. E à medida que estivermos mais conectados com o sagrado que há em nós, ficaremos mais atentos para receber as mensagens que ele nos envia, por meio da intuição, dos insights e da imaginação. E aí, encontraremos mais facilmente as formas de desatar os nós de nossas...Há algum tempo, a humanidade deixou de se voltar para dentro e passou, com os avanços do mundo globalizado e do consumo, a buscar sua paz no que está fora, em produtos, viagens e bens materiais. Esse buscar a felicidade fora de si e não dentro é uma das maiores causas da angústia do homem moderno e o que mais o distancia de seu eu divino.O acesso ao nosso divino interno só é feito por meio do autoconhecimento. E isso é conseguido por meio do olhar para dentro, se confrontar e silenciar. Várias técnicas – como as meditações, as terapias de liderança e as formas de respiração – propõem esse encontro com os pensamentos.....E à medida que estivermos mais conectados com o sagrado que há em nós, ficaremos mais atentos para receber as mensagens que ele nos envia, por meio da intuição, dos insights e da imaginação. E aí, encontraremos mais facilmente as formas de desatar os nós de nossas amarras mais apertadas...
....Inteligência Espiritual é a "inteligência com que abordamos e solucionamos problemas de sentido e de valor; a inteligência com a qual podemos inserir nossos atos e nossa vida em um contexto mais amplo, mais rico, mais gerador de significado; a inteligência com a qual podemos avaliar que um curso de ação ou caminho na vida faz mais sentido do que outro... É a nossa inteligência final". Danah Zohar

 O fato é que a Inteligência Espiritual é parte da nossa natureza e sempre encontra uma forma de se fazer presente, mesmo que não seja percebida ao longo da vida. A Inteligência Espiritual é o "canal" por onde podemos experimentar a Espiritualidade ou melhor, vivenciá-la em sua essência. A Espiritualidade, no melhor contexto da palavra, é a infinitude e expansão do nosso Ser e a Consciência é o seu melhor instrumento.

A Espiritualidade nos impulsiona a pensar além da lógica, a ver através dos sentimentos e a encontrar um significado maior para as grandes questões da vida...

 Espiritualidade não tem relação alguma com religião. Espiritualidade tem tudo a ver com a consciência e seu grau de desenvolvimento e expansão. Quanto mais receptivo e dedicado ao entendimento, à busca de significado e ao autoconhecimento puro, mais facilmente se entrega o instrumento consciente à Espiritualidade. E esta descoberta ocorre à medida do crescimento e desenvolvimento consciente.

Quanto mais espiritualizados, mais livres e se o entendimento que se julga espiritualizado o deixa preso em algum dogma, julgamento ou doutrina, menos livre se torna.

Espiritualidade tem um forte poder transformador, levando a cada área da vida como, por exemplo, profissão, relacionamento, saúde, missão e propósito mudanças reais e paupáveis ao longo da vida e à medida da expansão e uso da Consciência.....

Vc vera a posição das estrelas, planetas..constelaçoes.... maravilha!!!!!

Solar System Scope.. Basta clicar e esperar um pouquinho ate seu carregamento...



Sigmund Freud (Áustria 1856-1939)Sigmund Freud (Áustria 1856-1939)
O pai da psicanálise
"Primeiro, olhe bem as profundezas de sua alma e aprenda a saber quem você é; depois, entenda o que há de errado com você." __Freud__

A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos.

Sigmund Freud



"Tolerância é aceitar as diferenças, entender que nem todas as pessoas são como eu gostaria que fossem. Não posso mudá-las, mas posso mudar minha visão em relação a elas.Descobrir pelo menos uma qualidade em alguém é o primeiro passo para transformar a rejeição em aceitação..

Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa. Sigmund Freud

Carl Gustav Jung (Suiça 1875-1961), herdeiro da Psicanálise



“Ocupar-se com os sonhos é uma espécie de tomada de consciência de si”