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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

O amor está no fim da negação

 
 
 
 
 
 
 
Pergunta: O que significa "aceitar o que é"? Como difere da resignação?
Krishnamurti: Que é aceitação? Qual é o processo da aceitação? Aceito o sofrimento; — que significa isso? Sofro pela perda de um amigo, irmão ou filho. A aceitação desse sofrimento, pela explicação, é resignação, não acham? Digo que a morte é inevitável, e o sofrimento desaparece; racionalizo, ou volto-me para o karma, ou reencarnação, e aceito. Aceitação é processo de reconhecimento, não é verdade? Não definem a palavra, mas percebam a significação que ela encerra. Isto é, aceito para estar em paz. Resigno-me a um acontecimento, uma circunstância, um incidente. Aceito-os porque então fico em paz, livre do estado de conflito. Há outro motivo na resignação, do qual não posso estar cônscio. Muito profundamente, inconscientemente, desejo estar em paz, não quero perturbação. Mas a perda, causa perturbação, que chamamos dor. E, a fim de fugir ao sofrimento, explico, justifico, e depois digo: "resigno-me ante o inevitável, ao karma". Essa é a maneira mais tola de reagir, não acham? Nunca trará compreensão alguma. 
Se sou capaz de olhar o que é — isto é, aquilo que aconteceu, a morte de alguém, um incidente — sem nenhum processo mental, se posso observá-lo, estar cônscio dele, segui-lo, estar em comunhão com ele, amá-lo, não há então resignação, aceitação. Terei de aceitar o fato. Fato é fato. Mas se puderem se abster de o traduzir, de o interpretar, de o justificar, de o colocar num lugar que lhes seja conveniente, se estão conscientes desse fato, e o colocam de parte, naturalmente, sem esforço, poderão ver o que é inteiramente diferente, o que tem significação. Essa coisa começará então a revelar-se, limitadamente, superficialmente, no princípio. Mas assim que ela começar a se revelar, vai se revelando mais e mais, tal como acontece quando lemos um livro. Mas se já tiraram uma conclusão sobre o livro, se já sabem o seu fim, não estão então lendo. 
A compreensão do que é não pode vir por meio de justificação, condenação, ou pelo se identificar com o que é. Perdemos o caminho do amor. Eis porque existe todo esse processo superficial. Não perguntem o que é o amor. estão sempre falando de amor, — mas o que entendem por "amor"? Não se pode descobrir o que é o amor pela negação. Como levamos uma vida de negação, não pode haver amor. Sendo a nossa vida sumamente destrutiva, a nossa maneira de vida, a nossa maneira de comunhão é egocêntrica. Aquilo que tudo abraça só poderá ser compreendido quando a negação tiver cessado. A compreensão do que é só pode vir quando estamos em plena comunhão com o que é
Krishnamurti em, Quando o pensamento cessa

Todos dizem "eu te amo" sem saber o que é amor

Todo o mundo fala de amor - toda a revista e jornal e todo missionário discorre interminavelmente sobre o amor.(...) Quando você diz que ama a Deus, que isso significa? Significa que ama uma projeção de sua própria imaginação, uma projeção de si mesmo, revestida de certas formas de respeitabilidade, conforme o que você pensa ser nobre e sagrado; o dizer "Amo a Deus" é puro contrassenso. Quando você adora a Deus, está adorando a si mesmo; e isso não é amor.

(...) A adoração de uma certa pessoa, o amor carnal, a troca de emoções, o companheirismo - será isso o que se entende por amor? Essa foi sempre a norma, o padrão, que se tornou tão pessoal, sensual, limitado, que as religiões declararam que o amor é muito mais do que isso. Naquilo que denominam "amor humano", elas veem que existe prazer, competição, ciúme, desejo de possuir, de conservar, de controlar, de influir no pensar de outrem e, sabendo da complexidade dessas coisas, dizem as religiões que deve haver outra espécie de amor - divino, belo, imaculado, incorruptível.

(...) Pode o amor ser dividido em sagrado e profano, humano e divino, ou só há amor? O amor é para um só e não para muitos? Se digo "Eu te amo", isso exclui o amor do outro? O amor é pessoal ou impessoal? Moral ou imoral? Familial ou não familial? Se você ama a humanidade, pode amar o indivíduo? O amor é sentimento? Emoção? O Amor é prazer e desejo? Todas essas perguntas indicam - não é verdade? - que temos ideias a respeito do amor, ideias sobre o que ele deve ou não deve ser, um padrão, um código criado pela cultura em que vivemos.

(...) Para compreender o amor, não devo em primeiro lugar libertar-me de minhas inclinações e preconceitos? Vejo-me confuso, dilacerado pelos meus próprios desejos e, assim, digo entre mim: "Primeiro, dissipa a sua confusão. Talvez você tenha possibilidade de descobrir o que é amor através do que ele não é".

(...) O governo ordena: "Vai e mate, por amor à pátria!" Isso é amor? A religião preceitua: "Abandone o sexo, pelo amor de Deus". Isso é amor? O amor é desejo? Não diga que não. Para a maioria de nós, é; desejo acompanhado de prazer, prazer derivado dos sentidos, pelo apego e o preenchimento sexual.
(...) Você diz que ama sua esposa. Nesse amor está implicado o prazer sexual, o prazer de ter uma pessoa em casa para cuidar dos filhos e cozinhar. Você depende dela; ela lhe deu o seu corpo, suas emoções, seus incentivos, um certo sentimento de segurança e bem-estar. Um dia, ela o abandona; se aborrece ou foge com outro homem, e eis destruído todo o seu equilíbrio emocional; essa perturbação, de que você não gosta, chama-se ciúme. Nele existe sofrimento, ansiedade, ódio e violência. Por conseguinte, o que realmente você está dizendo é: "Enquanto me pertence, eu te amo; mas, tão logo deixe de me pertencer, começo a lhe odiar. Enquanto posso contar com você para a satisfação de minhas necessidades sociais e outras, eu te amo, mas, tão logo deixe de atender a minhas necessidades, não gosto mais de você".

(...) A mente que se acha nas garras do sofrimento jamais conhecerá o amor; o sentimentalismo e a emotividade nada, absolutamente nada, têm que ver com o amor. Por conseguinte, o amor nada tem em comum com o prazer e o desejo.

O amor não é produto de pensamento, que é o passado. O pensamento não pode de modo nenhum cultivar o amor. O amor não se deixa cercar e enredar pelo ciúme; porque o ciúme vem do passado. O amor é sempre o presente ativo. Não é "amarei" ou "amei". Se você conhece o amor, não seguirá ninguém. O amor não obedece. Quando se ama, não há respeito nem desrespeito.

Você não sabe o que significa amar realmente alguém - amar sem ódio, sem ciúme, sem raiva, sem procurar interferir no que o outro faz ou pensa, sem condenar, sem comparar - não sabe o que isto significa? Quando há amor, há comparação? Quando você ama alguém de todo o coração, com toda a sua mente, todo o seu corpo, todo o seu ser, existe comparação? Quando você se abandona completamente a esse amor, não existe "o outro".

O amor tem responsabilidades e deveres, e emprega tais palavras? Quando você faz alguma coisa por dever, há nisso amor? No dever não há amor. A estrutura do dever, na qual o ente humano se vê aprisionado, o está destruindo. Enquanto você é obrigado a fazer uma coisa, porque é seu dever fazê-la, não ama a coisa que está fazendo. Quando há amor, não há dever nem responsabilidade.

A maioria dos pais, infelizmente, pensa que são responsáveis por seus filhos, e seu senso de responsabilidade toma a forma de lhes preceituar o que devem fazer e o que não devem fazer, o que devem ser e o que não devem ser. Querem que os filhos conquistem uma posição segura na sociedade. Aquilo a que chamam de responsabilidade faz parte daquela respeitabilidade que eles cultivam; e a mim me parece que, onde há respeitabilidade, não existe ordem; só lhes interessa o tornar-se um perfeito burguês. Preparando os filhos para se adaptarem à sociedade, estão perpetuando a guerra, o conflito e a brutalidade. Pode-se chamar a isso zelo e amor? (...) quando preparam os seus filhos para se adaptarem à sociedade, os estão preparando para serem mortos. Se amassem seus filhos, não haveria guerras.

(...) Assim, ao perguntar o que é o amor, você pode ter muito medo de ver a resposta. Ela pode significar uma completa reviravolta; poderá dissolver a família; você pode descobrir que não ama sua esposa ou marido ou filhos (você os ama?); pode ter de demolir a casa que construiu; pode nunca mais voltar ao templo.

(...) Mas, se você deseja continuar a descobrir, verá que o medo não é amor, a dependência não é amor, o ciúme não é amor, a posse e o domínio não são amor, responsabilidade e dever não são amor, autocompaixão não é amor, a agonia de não ser amado não é amor, que o amor não é o oposto do ódio, como a humildade não é o oposto da vaidade. Desse modo, se você for capaz de eliminar tudo isso, não à força, porém lavando-o assim como a chuva fina lava a poeira de muitos dias depositada numa folha, então, talvez, encontrará aquela flor peregrina que o homem sempre buscou sequiosamente.

Se você não tem amor - não em pequenas gotas, mas em abundância; se não está transbordando de amor, o mundo irá ao desastre. Intelectualmente, você sabe que a unidade humana é a coisa essencial e que o amor constitui o único caminho para ela, mas quem pode lhe ensinar a amar? Poderá uma autoridade, um método, um sistema lhe ensinar a amar? Se alguém o ensina, isso não é amor. Você pode dizer: "Eu me exercitarei para o amor. Todos os dias me sentarei para refletir sobre ele. Exercitar-me-ei para ser bondoso, delicado e me forçarei a ser atencioso com os outros"? – Você acha que pode se disciplinar para amar, que pode exercer a vontade para amar? Quando exerce a vontade e a disciplina para amar, o amor lhe foge pela janela. Pela prática de um certo método ou sistema de amar, você pode se tornar muito hábil, ou mais bondoso, ou entrar num estado de não-violência, mas nada disso tem algo em comum com o amor.

(...) Uma coisa me parece absolutamente necessária; a paixão sem motivo, a paixão não resultante de compromisso ou ajustamento, a paixão que não é lascívia. O homem que não sabe o que é paixão, jamais conhecerá o amor, porque o amor só pode existir quando a pessoa se desprende totalmente de si própria.

A mente que busca não é uma mente apaixonada, e não buscar o amor é a única maneira de encontrá-lo; encontrá-lo inesperadamente e não como resultado de qualquer esforço ou experiência. Esse amor, como vereis, não é do tempo; ele é tanto pessoal, como impessoal, tanto um só como multidão.

(...) O amor é uma coisa nova, fresca, viva. Não tem ontem nem amanhã. Está além da confusão do pensamento. Só a mente inocente sabe o que é o amor, e a mente inocente pode viver no mundo não inocente. Só é possível encontrá-la, essa coisa maravilhosa que o homem sempre buscou sequiosamente por meio de sacrifícios, de adoração, das relações, do sexo, de toda espécie de prazer e de dor, só é possível encontrá-la quando o pensamento, alcançando a compreensão de si próprio, termina naturalmente. O amor não conhece o oposto, não conhece conflito.

(...) Mas, você não sabe como chegar a essa fonte maravilhosa - e, assim, o que faz? Quando não sabe o que fazer, nada faz, não é verdade? Nada, absolutamente. Então, interiormente, você está completamente em silêncio. Compreende o que isso significa? Significa que você não estás buscando, nem desejando, nem perseguindo; não existe nenhum centro. Há, então, o amor.

Krishnamurti - Do Livro: "LIBERTE-SE DO PASSADO"

O ego é um sentido falso de eu

Primeiro é preciso entender o que significa consciência. Você está andando na rua. Está consciente de muitas coisas — das lojas, das pessoas que passam por você, do tráfego, de tudo. Está ciente de muitas coisas, menos de uma — você mesmo. Você está andando na rua, consciente de muitas coisas e esquecido de si mesmo! Essa consciência George Gurdjieff chamou de "lembrança de si mesmo". Ele dizia: "Constantemente, onde quer que você esteja, lembre-se de si mesmo."
Não importa o que esteja fazendo, nunca deixe de fazer outra coisa interiormente: ficar consciente do que estiver fazendo. Você está comendo — fique consciente de si mesmo. Está caminhando — fique consciente de si mesmo. Está ouvindo, está falando — fique consciente de si mesmo. Quando estiver com raiva, fique consciente de que está com raiva. Essa lembrança constante de si mesmo cria uma energia sutil, uma energia muito sutil dentro de você. Você começa a ser um ser cristalizado. 
Na maior parte do tempo, você é só um saco vazio! Nenhuma cristalização, nenhum centro de verdade — só liquidez, só uma combinação ao acaso de muitas coisas sem nenhum centro. Uma multidão, em constante mudança, mas ninguém que a comande. A consciência é que faz de você o comandante do navio — e quando eu digo comandante não quero dizer alguém que detenha o comando. Quero dizer uma presença — uma presença contínua. Sempre que estiver fazendo alguma coisa, ou não estiver fazendo nada, uma coisa tem de ser constante na sua consciência: que você é
O simples sentimento de si mesmo, e de que esse si mesmo é, cria um centro — um centro de calma, um centro de silêncio, um centro de comando interior. Trata-se de um poder interior. E quando eu digo "poder interior" quero dizer literalmente isso. É por isso que Buda fala do "fogo da Consciência" — ela é um fogo. Se começar a ficar consciente, você começará a sentir uma energia nova em você, um fogo, uma vida nova. E, por causa dessa vida nova, desse poder, dessa energia, muitas coisas que dominavam você se dissipam. Você não tem de lutar contra elas. 
Você tem de lutar contra sua raiva, contra a sua ganância, contra o sexo, porque você é fraco. Portanto, na verdade, a ganância, a raiva, o sexo não são o problema, a fraqueza do homem. Quando você começar a ficar mais forte interiormente, com um sentimento de presença interior — de que você é —, suas energias ficaram concentradas, cristalizadas num único ponto, e nasce um Eu. Veja, não nasce um ego, nasce um Eu. O ego é um sentido falso de eu. Mesmo sem ter um Eu, você continua acreditando que você é um Eu — que na verdade é o ego. Ego significa falso eu — você não é um Eu, embora acredite que seja.

OSHO

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Além do Cosmos - Mecânica Quântica - (National Geographic)


O HOMEM é o sacerdote para quem o mundo é um TEMPLO grandioso onde a sua RELIGIÃO é o culto do enígma indecifrável da existência: a NATUREZA!” (Fritz Kahn).

como anda seu autoconhecimento.....

Quando se dá o processo de autoconhecimento? - "Quando passamos a nos reconhecer não como melhores ou piores que os outros, mas diferentes. Reconhecemos que não somos nem tão bons quanto gostaríamos, nem tão maus quanto nossas culpas nos fazem parecer"....

 Com certeza, você já ouviu falar centenas de vezes sobre a importância do autoconhecimento; já recebeu diversas dicas e conselhos nesse sentido. Ocorre que algumas pessoas ficam com a sensação que essa busca é um processo que ocorre em uma determinada altura ou período da vida, não é bem assim.
A consciência da busca por si mesmo não tem data precisa para começar, mas uma vez iniciada não cessará jamais. Digo consciência da busca, porque ela sempre nos acompanhou, ainda que de forma inconsciente, durante todas as fases anteriores ao início do despertar da consciência.

A busca por si mesmo é a experiência mais profunda, rica, ousada e emocionante à qual podemos nos submeter. Trata-se de um processo paradoxal, difícil, em muitos momentos um verdadeiro labirinto, em outros períodos, de “estrada” arejada, luminosa e arborizada.

Quando a consciência desperta para a busca de si mesmo, você fez a primeira grande descoberta: você se conhece pouco, bem menos do que acreditava conhecer...

Essa consciência pode causar muita dor em algumas pessoas, curiosidade em outras e um total redirecionamento de vida para aquelas que aproveitam melhor a oportunidade, independentemente de em qual grupo estejam.

O curioso desse processo é que você passa a ter uma sensação de que sabe cada vez menos à medida que sabe cada vez mais a respeito de si. É aí que nasce a verdadeira humildade (no melhor dos casos); passamos a nos reconhecer não como melhores ou piores que os outros, mas diferentes. Reconhecemos que não somos nem tão bons quanto gostaríamos, nem tão maus quanto nossas culpas nos fazem parecer. É um renascimento!

Haverá inevitáveis momentos de dor e decepção com a imagem anterior que fazíamos a nosso respeito. Ocorrerão momentos de frustração, desânimo e, não raro, depressão (para algumas pessoas). Todos esses fatos são excelentes desculpas nobres para uma atitude pobre: deixar de buscar se conhecer.
Não desista! Essas dores e sofrimentos mais intensos são momentos de “cura”, restabelecimento do equilíbrio e superação. Passadas as turbulências, aprendemos que para voar mais alto passamos várias vezes por ventos fortes, mas evidencia-se a nossa capacidade de superá-los.
Desistir de conhecer-se somente por constatar que você é diferente do que imaginava é uma grande tolice. Você gostaria de passar o resto da vida como um desconhecido de si mesmo? Acredite, não valeria a pena...

Não seja um estranho a si mesmo, estranhe-se para melhor se conhecer. Não haverá autoestima verdadeira sem autoconhecimento em ação...

Conhecer a nós mesmos é nosso maior desafio, nossa maior viagem, nossa maior loucura e, ao mesmo tempo, nosso maior ato de sanidade.

Ao longo do caminho você se surpreenderá negativa e positivamente consigo, aproveite as surpresas positivas, aprenda e reoriente as negativas – tudo é uma questão de escolha.

As pessoas que você conhece, que dizem não ter escolha, escolheram não possuí-las. Colocaram a si mesmas em cheque; sabotaram-se, esconderam-se e acabaram encurraladas em um canto escuro do que chamam destino...

Seja co-autor  do seu destino. Conheça a personagem principal: você!

Somente assim você poderá escolher novos caminhos para a sua própria história. Tome coragem de conhecer-se, buscar-se e você será autor e autora de sua própria estoria..

Todas as pessoas que se acham muito boas ou muito más, incríveis ou desprezíveis, maravilhosas ou fracassadas; todas elas se esqueceram de buscar se conhecer melhor, desistiram da busca por si mesmas.

Muitos serão os obstáculos, não desista, o espetáculo da sua vida só ocorre quando você conhece bem o seu papel...

Descubra-se – esta expressão significa retirar aquilo que oculta: as máscaras, os mecanismos de defesa, os disfarces, papéis que não são nossos...

É preciso viver corretamente o momento,  "pois cada instante é reverenciado como um grande acontecimento, existe uma interdependência, tudo se relaciona," diz o ensinamento budista. "Quando eu como, eu como, quando falo, falo. Nada falta, nada em excesso",  cada um é discípulo de si mesmo diz um dito Zen...



 


Estou compartilhando com vcs  ....3ª FEIRA MÍSTICA,
dias 01 e 02 de agosto
Estande 42 estarão as orgonites feitas  pela minha amiga karina..



sexta-feira, 12 de junho de 2015




“Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor”.
- Goethe

Quem nunca passou por uma situação na qual parecia que o universo estava tentando falar alguma coisa? Você pensa em alguém e essa pessoa te liga. Você sonha com alguém e depois esbarra com ela na rua. Na mesma semana te falam de uma música, filme ou livro e parece que ele está em todos os lugares. E aquela ligação estranha entre irmãos gêmeos, exploradas pelo cinema, em que um sofre um acidente e o outro sente dor. Esse tipo de situação normalmente é chamada de coincidência. Mas será que é só isso, um evento arbitrário?

Esse tipo de fenômeno está sendo cada vez mais estudado dentro dos campos da parapsicologia e afins, e parece que agora a ciência começa a entender um pouco melhor isso e explicar essas coisas de forma ‘científica’. Mas se voltarmos um pouco na história, essas situações já eram vividas e entendidas pelos místicos.

 Segundo o livro Caibalion, um clássico da literatura hermética, a primeira dessas concepções é a lei do mentalismo: “O todo é mente, e o Universo é mental”. Se considerarmos essa concepção da natureza, tudo esta interligado, como se fosse uma grande mente universal.

O psiquiatra suíço Carl Jung desenvolveu, em sua teoria Analítica, um conceito que pode ajudar a explicar esses tipos de fenômenos e essa realidade de interconectividade: o “Inconsciente Coletivo”. A grosso  modo, para Jung, além do nosso consciente, subconsciente e inconsciente (postulado por Freud), existe uma camada ainda mais profunda compartilhada por todos os indivíduos, portanto coletiva, a qual todos estamos sujeitos. É como se fosse uma grande rede, que está presente em cada um de nós, e em todos nós.

Uma camada mais ou menos superficial do inconsciente é indubitavelmente pessoal. Nós a denominamos inconsciente pessoal. Este porém repousa sobre uma camada mais profunda, que já não tem sua origem em experiências ou aquisições pessoais, sendo inata. Esta camada mais profunda é o que chamamos inconsciente coletivo. Eu optei pelo termo "coletivo" pelo fato de o inconsciente não ser de natureza individual, mas universal; isto é, contrariamente à psique pessoal ele possui conteúdos e modos de comportamento, os quais são 'cum grano salis' os mesmos em toda parte e em todos os indivíduos. Em outras palavras, são idênticos em todos os seres humanos, constituindo portanto um substrato psíquico comum de natureza psíquica suprapessoal que existe em cada indivíduo. (JUNG, 2000, p.15)


Considerando este conceito, podemos entender o fenômeno das coincidências como algo que o próprio Jung denominou sincronicidade, que seria a “simultaneidade de um estado psíquico com um ou vários acontecimentos que aparecem como paralelos significativos de um estado subjetivo momentâneo e, em certas circunstâncias, também vice-versa” (JUNG, 1991, par. 818). Em outras palavras, é a percepção de um fenômeno que contém geralmente um significado simbólico, através de situações que não compartilham nenhum tipo de relação aparente, ou seja, acausais, e exprimem um estado psíquico interno compartilhado com um evento objetivo e externo.

O interesse de Jung por esse tipo fenômeno sempre causou certo desconforto para a comunidade científica, no entanto, as novas concepções de realidade apresentadas pela moderna física quântica começam a explicar essa interligação de forma científica, corroborando com as concepções Junguianas destes fenômenos. Vale a pena dizer que Jung era amigo de Wolfgang Pauli, um dos primeiros estudiosos da física quântica*.

Em resumo, a física quântica trabalha com partículas atômicas e sub-atomicas, ou seja, átomos, moléculas, elétrons, prótons, nêutrons, etc, e estuda as dinâmicas interações destas partículas. Dentre essas partículas, podemos citar os fótons, que são as menores partículas envolvidas numa radiação eletromagnética. Aparentemente, fugimos um pouco do tema, mas cientistas contemporâneos já realizaram experimentos nos quais, apesar de separados por grandes distâncias, dois fótons interagem entre si, mesmo sem apresentar uma conexão causal, ou seja, é como se houvesse algo que os conecta, que vai além da realidade física e observável.

Se utilizarmos o exemplo de dois fótons correlacionados, onde é possível alterar o estado de um deles, alterando-se o estado do outro e de modo instantâneo, então seria possível haver uma correlação não-local entre os inconscientes de todos os seres humanos, o que resultaria no Inconsciente Coletivo de Jung e na sua Psicologia Analítica. (NUNES, 2009, p.8)

Toda essa interconexão da consciência já não é mais teórica e esta sendo comprovada. Existe um experimento, realizado em entre os anos de 1993 e 1994 por Jacobo Ginberg, um neurofisiologista da Universidade do México que consistiu em colocar duas pessoas para meditar juntas, com a intenção de se comunicarem diretamente, sem troca de sinais ou conversa. Essas pessoas eram isoladas uma da outra em “gaiolas Faraday”, câmaras eletromagneticamente impermeáveis, e seus respectivos cérebros conectados a máquinas de eletroencefalograma.

Após um breve tempo de meditação, foram mostrados flashes de luz para apenas um dos sujeitos, cuja atividade elétrica cerebral era alterada em resposta aos flashes. É ai que a coisa fica interessante. No eletroencefalograma do outro sujeito que não recebeu nenhum flash de luz, foi constatado que seu cérebro recebeu um potencial, virtualmente igual em intensidade e força, variando em atividades elétricas de 65% a 75%. Esse é um valor muito substancial e a conclusão do experimento é que a atividade elétrica de um cérebro se transfere para outro cérebro, sem conexão ou contato elétrico nenhum. Este experimento foi replicado por Peter Fenwick em Londres e Leanna Standish e seu grupo na universidade de Bastyr, em Seattle. Todos concluíram a mesma coisa: existe uma transferência de informação de cérebro a cérebro, sem nenhuma conexão eletromagnética.

Essas conclusões são muito interessantes e significativas, e acabam por explicar, mesmo que parcialmente, os fenômenos de sincronicidades. No entanto, apesar de explicarem uma comunicação não-local entre sujeitos, pouco se sabe sobre o motivo destas manifestações acontecerem em determinados momentos, ou com determinadas pessoas. No romance best seller americano “A Profecia Celestina”, James Redfield conta a história de um manuscrito encontrado no Peru que contém nove visões, ou nove etapas, que os seres humanos precisam desenvolver afim de evoluir individualmente como sujeitos e coletivamente como espécie. A primeira etapa deste processo é descrita como a tomada de consciência das “coincidências” que nos cercam. É defendido, que para evoluirmos, o primeiro passo a ser dado é perceber essas sincronicidades e não considerá-las como mero acaso, mas uma forma intuitiva de buscar informações no dia-a-dia que nos impulsionam a melhorar e expandir a consciência.

Acho pertinente, por tanto, encerrar dizendo que devemos prestar atenção a nossa volta e analisar essas coincidências, entender o que elas nos dizem e para onde elas apontam. Quando fazemos isso, cada vez mais essas situações acontecem e nos indicam que estamos no caminho certo. Aos poucos, vamos integrando destino e livre arbítrio, expandindo nossa consciência e nos aproximando dos horizontes da jornada da alma.

* Para saber mais sobre essa amizade, leia “A permuta dos sábios: um estudo sobre as correspondências entre Carl Gustav Jung e Wolfgang Pauli” de Cesar Rey Xavier

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

CAMAYSAR, R. O Caibalion. São Paulo, Pensamento. 2000.
JUNG, C. G. Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo. Petrópolis, Vozes. 2000.
JUNG, C. G. Sincronicidade. Petrópolis, Vozes. 1991.
NUNES, A. L. Física e Psicologia: Um diálogo interdisciplinar. XVIII Simpósio nacional de ensino de Física. 2009

terça-feira, 9 de junho de 2015

Quem olha para fora sonha... quem olha para dentro desperta...(JUNG)





O acesso ao nosso divino interno só é feito por meio do autoconhecimento. E isso é conseguido por meio do olhar para dentro, se confrontar e silenciar. Várias técnicas – como as meditações, as terapias de liderança e as formas de respiração – propõem esse encontro com os pensamentos. No começo, é difícil! É como tentar parar uma locomotiva em alta velocidade. Quando freada, os vagões batem uns nos outros, descarrilando. Assim também acontece com os pensamentos quando a mente é cessada. Entretanto, diariamente, com treino e técnica, os pensamentos vão vindo e indo, e será possível entender o recado que eles querem nos passar.
No momento que começamos a expandir nossa consciência sentimos um grande alívio, é como parar de tatear no escuro e começar a ver as coisas com mais clareza. Constatamos que estamos distantes do nosso divino, mas já sabemos como fazer para acessá-lo, por isso a angústia começar a ser curada. E à medida que estivermos mais conectados com o sagrado que há em nós, ficaremos mais atentos para receber as mensagens que ele nos envia, por meio da intuição, dos insights e da imaginação. E aí, encontraremos mais facilmente as formas de desatar os nós de nossas...Há algum tempo, a humanidade deixou de se voltar para dentro e passou, com os avanços do mundo globalizado e do consumo, a buscar sua paz no que está fora, em produtos, viagens e bens materiais. Esse buscar a felicidade fora de si e não dentro é uma das maiores causas da angústia do homem moderno e o que mais o distancia de seu eu divino.O acesso ao nosso divino interno só é feito por meio do autoconhecimento. E isso é conseguido por meio do olhar para dentro, se confrontar e silenciar. Várias técnicas – como as meditações, as terapias de liderança e as formas de respiração – propõem esse encontro com os pensamentos.....E à medida que estivermos mais conectados com o sagrado que há em nós, ficaremos mais atentos para receber as mensagens que ele nos envia, por meio da intuição, dos insights e da imaginação. E aí, encontraremos mais facilmente as formas de desatar os nós de nossas amarras mais apertadas...
....Inteligência Espiritual é a "inteligência com que abordamos e solucionamos problemas de sentido e de valor; a inteligência com a qual podemos inserir nossos atos e nossa vida em um contexto mais amplo, mais rico, mais gerador de significado; a inteligência com a qual podemos avaliar que um curso de ação ou caminho na vida faz mais sentido do que outro... É a nossa inteligência final". Danah Zohar

 O fato é que a Inteligência Espiritual é parte da nossa natureza e sempre encontra uma forma de se fazer presente, mesmo que não seja percebida ao longo da vida. A Inteligência Espiritual é o "canal" por onde podemos experimentar a Espiritualidade ou melhor, vivenciá-la em sua essência. A Espiritualidade, no melhor contexto da palavra, é a infinitude e expansão do nosso Ser e a Consciência é o seu melhor instrumento.

A Espiritualidade nos impulsiona a pensar além da lógica, a ver através dos sentimentos e a encontrar um significado maior para as grandes questões da vida...

 Espiritualidade não tem relação alguma com religião. Espiritualidade tem tudo a ver com a consciência e seu grau de desenvolvimento e expansão. Quanto mais receptivo e dedicado ao entendimento, à busca de significado e ao autoconhecimento puro, mais facilmente se entrega o instrumento consciente à Espiritualidade. E esta descoberta ocorre à medida do crescimento e desenvolvimento consciente.

Quanto mais espiritualizados, mais livres e se o entendimento que se julga espiritualizado o deixa preso em algum dogma, julgamento ou doutrina, menos livre se torna.

Espiritualidade tem um forte poder transformador, levando a cada área da vida como, por exemplo, profissão, relacionamento, saúde, missão e propósito mudanças reais e paupáveis ao longo da vida e à medida da expansão e uso da Consciência.....

segunda-feira, 8 de junho de 2015










Quando curiosamente te perguntaram, buscando saber o que é aquilo, Não deves afirmar ou negar nada. Pois o que quer que seja afirmado não é a verdade; E o que quer que seja negado não é verdadeiro. Como alguém poderá dizer com certeza o que aquilo pode ser, enquanto por si mesmo não tiver compreendido plenamente o que é? E, após tê-lo compreendido, que palavra deve ser enviada de uma região, onde a carruagem da palavra não encontra uma trilha por onde possa seguir? Portanto, aos questionamentos, oferece-lhes apenas o silêncio, Silêncio – e um dedo apontando o caminho.
(Shakyamuni Buddha)



Vocês sabiam que a Flor de Lótus é o símbolo da Índia e ao longo da história representa para muitas civilizações a beleza, fertilidade, sabedoria, graça, pureza e riqueza?
É isso mesmo pessoal! Conta-se que em 1920, um botânico japonês Ichiro Ohga descobriu no leito seco de um lago na Manchúria um punhado de sementes de Lótus. Segundo alguns peritos, essas sementes datavam 5000 anos da nossa Era.
Elas foram enviadas para diferentes continentes de nosso planeta onde floresceram e são mantidos os devidos cuidados como uma Flor Sagrada.
Hoje, essa flor é cultivada em áreas alagadas da Ásia e em vários locais do planeta. A Flor de Lótus floresce com toda sua singela beleza, assim também a Lótus Selvagem que aparece em áreas diversas.
Saiba que além de sua singela beleza, espiritualmente falando, ela tem uma representação de como devemos estar em nosso mundo. A partir de agora, reflita sobre os significados das partes dessa maravilhosa flor. Vamos lá!
Raiz – representa a vida material.
Talo – representa a vida astral.
Flor – representa a vida espiritual.
Flor em botão – representa as possibilidades infinitas do ser humano.
Flor aberta – é a criação do universo.  Os chakras, centros de consciência do corpo humano, são representados pela Flor de Lótus.
A Flor de Lótus cresce e se desenvolve na escuridão do lodo, emergindo para a superfície, abrindo as suas flores e permanece imaculada na água e na terra.
Ela nasce na água, flutua sobre a água, mas não fica molhada.  Nós também devemos estar no mundo dessa forma: nele, por ele, para ele, mas não dele. Pense nisso com carinho em seus momentos de reflexão!
Essa flor também apresenta muitos significados poderosos na Religião Budista.  Por exemplo: um botão de Lótus significa os seres que não atingiram a iluminação e quando os ensinamentos começam a consolidar, então, a flor se abre e o indivíduo se ilumina. Esta é a razão porque Buda aparece sentado em uma Flor de Lótus.
As cores das flores também possuem seu significado. Vamos a elas para seu conhecimento!
Lótus Branca – representa a pureza da mente e perfeição espiritual.
Lótus Vermelha – simboliza o coração, amor, compaixão e paixão.
Lótus Azul – representa a vitória do espírito sobre os sentidos, vitória da inteligência, sabedoria e conhecimento. Ela nunca está totalmente aberta, nunca se vê seu miolo.
Lótus Rosa – é a Lótus de todas as Lótus.  É reservada para as mais altas divindades. É a Lótus tradicional do Buda Histórico.

O mantra do Lótus – OM MANI PADME HUM.
OM – significa corpo sonoro do absoluto.
MANI – significa joia.
PADME – representa Lótus.
HUM – indica a energia da pureza.

O amor não deve degenerar em um artigo de comércio. 
O amor preenche a si mesmo com amor”.
 (Sai Baba, líder espiritual).

domingo, 3 de maio de 2015

"A VIA LÁCTEA TODA, É UMA PASSAGEM PARA OUTRAS DIMENSÕES"



Você acreditaria que a Via Láctea inteira pode ser um gigantesco buraco de minhoca, um "sistema de transporte" ?
Pois com base nos últimos dados e cálculos dos físicos, nossa galáxia pode, em teoria, ser um enorme buraco de minhoca, um túnel no espaço-tempo capaz de nos levar aos confins do Universo. E, se isso for verdade, a Via Láctea seria um buraco de minhoca "estável e navegável".
Esta é a hipótese levantada por uma equipe de físicos indianos, italianos e norte-americanos que, de quebra, tenta estimular seus colegas cientistas a repensar a matéria escura "com mais precisão".
"Se combinarmos o mapa da matéria escura na Via Láctea com o modelo mais recente do Big Bang para explicar o Universo, e aventarmos a hipótese da existência de túneis no espaço-tempo, o que temos é que a nossa galáxia realmente poderia conter um desses túneis, e que o túnel poderia até mesmo ser do tamanho da própria galáxia," explica Paolo Salucci, astrofísico da Escola Internacional de Estudos Avançados (SISSA), na Itália.
"Mas há mais: Nós poderíamos até mesmo viajar por este túnel, uma vez que, com base em nossos cálculos, ele pode ser navegável, exatamente como aquele que vimos no recente filme Interestelar," acrescenta o cientista.
Buracos de minhoca
Embora túneis no espaço-tempo ou Pontes de Einstein - tenham ganho popularidade entre o público por meio dos filmes de ficção científica, eles têm sido o foco de atenção de pesquisas sérias dos físicos há décadas - Albert Einstein e Nathan Rosen publicaram seu trabalho em 1935 e levaram a fama, mas Ludwig Flamm havia publicado um trabalho sobre túneis no espaço-tempo em 1916.
Mais recentemente, os buracos de minhoca foram a grande estrela do filme Interestelar, de Christopher Nolan.
"O que tentamos fazer em nosso estudo foi resolver a equação fundamental na qual a astrofísica 'Murph' [personagem do filme, interpretada por Jessica Chastain] estava trabalhando. É evidente que nós fizemos isso muito antes de o filme sair," brinca Salucci. "É, de fato, um problema extremamente interessante para estudos da matéria escura.
Mas será que essa teoria poderia ser testada experimentalmente?
"Em princípio, poderíamos testar a hipótese comparando duas galáxias - nossa galáxia e outra, muito próxima, por exemplo a Nuvem de Magalhães, mas ainda estamos muito longe de qualquer possibilidade real de fazer essa comparação," responde Salucci.
Matéria Escura? Fala sério
Para chegar às suas conclusões, os astrofísicos combinaram as equações da Relatividade Geral com um mapa extremamente detalhado da distribuição da matéria escura na Via Láctea, obtido em um estudo realizado pela equipe em 2013.
"Além da hipótese da ficção científica, nossa pesquisa é interessante porque propõe uma reflexão mais complexa sobre a matéria escura," explica o físico, que conclama seus colegas a "falar mais sério" sobre a hipótese da matéria escura.
Ele salienta que os cientistas vêm tentando há muito tempo explicar a matéria escura levantando a hipótese da existência de uma partícula específica, o neutralino, que no entanto, nunca foi identificada no LHC e nem observada no Universo.
Mas também existem teorias alternativas que não se baseiam nessa partícula "e talvez seja a hora de os cientistas levarem essa questão mais a sério," recomenda Salucci, sem ser muito ácido em suas críticas às atuais teorias da matéria escura.
A seguir ele acrescenta suas próprias ideias e os caminhos que as discussões deveriam tomar.
"A matéria escura pode ser 'outra dimensão', talvez até mesmo um sistema central de transporte galáctico. De qualquer forma, nós realmente precisamos começar a nos perguntar o que a matéria escura é," conclui Salucci.
Bibliografia:

Possible existence of wormholes in the central regions of halos
Farook Rahaman, P. Salucci, P.K.F. Kuhfittig, Saib

Consciencia - Um estagio quantico









Como anda seu controle emocional?






O Controle Emocional é a habilidade de lidar com os próprios sentimentos, adaptando-os conforme a situação e expressando-os de maneira saudável para si e para o grupo no qual está inserido. 

O equilíbrio entre razão e emoção é o caminho mais adequado. Os excessos costumam trazer consequências prejudiciais às pessoas. A razão excessiva faz com que o sujeito vivencie e expresse pouco suas emoções, absorvendo para si toda a carga emotiva. 

A pessoa mais sensível, que explicita seus sentimentos com facilidade, age por impulso e gera situações sociais desconfortáveis. O conhecimento das emoções e sentimentos do sujeito, bem como, dos limites suportados é um primeiro passo para a busca do equilíbrio emocional. 

Lidar com a emoção e a razão em proporções que levam o sujeito a colocar-se de modo saudável diante das circunstâncias vividas poderá trazer um modo de vida estruturado, adequado à sociedade e, principalmente, saudável para si mesmo. 

Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida e na dos próximos. 

Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos. 

A falta de manifestação das emoções e dos pensamentos provoca dificuldades na comunicação com outras pessoas, decisões e atitudes pouco efetivas, dificuldades nos relacionamentos pessoais e sociais, e principalmente, a possibilidade de somatização da carga emotiva. ....

"O melhor que o indivíduo pode fazer é procurar o equilíbrio emocional entendendo como ele funciona e a partir desse conhecimento gerenciar sua ansiedade e estresse"

quinta-feira, 12 de março de 2015

O Amor Real É Capaz De Estar Só


 
“A pessoa pode estar em profundo amor e ainda assim estar só. De fato, a pessoa só pode ser solitária quando está em profundo amor. A profundidade do amor cria um oceano ao seu redor, um profundo oceano, e você se torna uma ilha, totalmente sozinho. Sim, o oceano continua jogando suas ondas em suas margens, mas quanto mais o oceano bate com suas ondas em suas praias, mais integrado você fica, mais enraizado, mais centrado você está. O amor tem valor somente porque ele lhe dá solidão. Ele lhe dá espaço suficiente para você estar por si só.
 
Mas você tem uma ideia sobre o amor; essa ideia está criando problema – não o amor em si, mas a ideia. A ideia é que, no amor, os amantes desaparecem um no outro, se dissolvem um no outro. Sim, há momentos de dissolução – mas essa é a beleza da vida e de tudo o que é existencial: que quando os amantes se dissolvem um no outro, esses são os mesmos momentos em que se tornam bem conscientes, bem alertas. Esta dissolução não é um tipo de embriaguez, esta dissolução não é inconsciente. Ela traz imensa consciência, ela libera imensa percepção. Por um lado eles são dissolvidos – por outro lado pela primeira vez eles percebem sua absoluta beleza em ser solitário. O outro os define, suas solitudes: eles definem o outro. E eles são gratos um ao outro. É graças ao outro que foram capazes de ver cada um a si mesmo; o outro se torna um espelho no qual são refletidos. Os amantes são espelhos um para o outro. O amor o faz consciente de sua face original.
 
Portanto, parece muito contraditório, paradoxal, quando se diz dessa forma: “O amor traz solidão.” Você estava pensando todo o tempo que o amor traz união. Eu não estou dizendo que não traga união, mas a menos que você esteja só você não pode estar junto. Quem vai estar junto? Duas pessoas são necessárias para se estar junto, duas pessoas independentes são necessárias para estarem juntas. Uma relação será rica, infinitamente rica, se ambas as pessoas são totalmente independentes. Se eles são dependentes um do outro, isso não é uma união – é uma escravidão, uma prisão.
 
Se eles são dependentes um do outro, apegados, possessivos, se não permitem um ao outro estarem sozinhos, se não permitem um ao outro espaço suficiente para crescer, eles são inimigos e não amantes; são destrutivos um ao outro, não estão se ajudando mutuamente a achar suas almas, seus seres. Que tipo de amor é esse? Pode ser apenas medo de estar só; portanto estão apegados um ao outro. Mas o amor real não conhece nenhum medo. O amor real é capaz de estar só, totalmente só, e a partir desta solidão cresce uma união."
 
Osho, The Dhammapada: The Way of the Buddha, Vol. 2,

O Amor É Uma Porta....


 
“Se houver paixão no amor, o amor se tornará o inferno. Se existir apego no amor, o amor será uma prisão. Se o amor não tiver paixão ele se tornará o paraíso. Se o amor não tiver apego então o amor, em si mesmo é divino.
 
O amor tem ambas as possibilidades. Você pode ter paixão e apego no amor: então é como se tivesse amarrado uma pedra ao redor do pescoço do pássaro, logo ele não pode voar. Ou como se você tivesse colocado o pássaro do amor numa gaiola dourada. Por mais preciosa que a gaiola seja – ela pode ser enfeitada com diamantes e jóias – uma gaiola ainda é uma gaiola e ela destruirá a capacidade do pássaro de voar.
 
Quando você remove a paixão e o apego do amor, quando o seu amor é puro, inocente, informal, quando você dá amor e não pede, quando o amor é somente uma doação, quando o amor é um imperador, não um mendigo; quando você fica feliz porque alguém aceitou o seu amor e você não negocia o amor, não pede nada em troca, você está liberando o pássaro do amor para o céu aberto: está fortalecendo as asas dele. E este pássaro pode seguir na jornada para o infinito.
 
O amor tem feito pessoas caírem e também tem feito pessoas elevarem-se. Depende do que você tem feito com o amor. O amor é um fenômeno muito misterioso. É uma porta – de um lado está o sofrimento, do outro lado está o êxtase; de um lado está o inferno, do outro lado o paraíso; de um lado o sansara, a roda da vida e da morte, do outro lado está a liberação. O amor é uma porta.
 
Se você só conheceu um amor cheio de paixão e apego, então quando Jesus diz ’Deus é amor’, você não será capaz de entender. Quando Sahajo começa a cantar canções de amor você ficará muito desconfortável: “Isso não faz sentido! Eu também amei mas só recebi miséria em troca. Em nome do amor colhi somente uma coroa de espinhos, nenhuma flor nunca floresceu para mim.” O outro amor parecerá ser imaginário. O amor que se torna devoção, que se torna prece, que se torna liberação, parecerá apenas um jogo de palavras.
 
Você também conheceu o amor – mas quando o conheceu achou somente um amor cheio de paixão e de apego. O seu amor não era realmente amor. Ele era somente uma cortina para esconder a paixão, apego e sexo. Do lado de fora você o chamava de amor, do lado de dentro era algo mais. Qual era o seu desejo quando estava amando uma mulher ou um homem? – seu anseio era sexual e o amor era somente uma decoração exterior.
 
 Você nem mesmo conhece a sua própria alma, como pode conhecer a alma do outro? 
Osho, Showering without Cloud

Amar e Necessitar De Amor São Duas Coisas Diferentes




Preencha a sua vida com amor. Mas você dirá: ‘Nós sempre amamos’. E eu lhe digo que você raramente ama. Você pode estar ansiando por amor... e há uma vasta diferença entre os dois. Amar e necessitar de amor são duas coisas muito diferentes. A maioria de nós permanece como crianças toda a nossa vida porque todos estão procurando amor. O amar é uma coisa muito misteriosa: o ansiar por amor é uma coisa muito infantil. Crianças pequenas querem amor; quando a mãe lhes dá amor elas crescem. Elas também querem o amor dos outros e a família as ama. Então quando ficam mais velhas, se são maridos, querem amor de suas esposas; se são esposas, querem amor de seus maridos.
 
E qualquer um que quer amor sofre, porque o amor não pode ser pedido; o amor só pode ser dado. No querer não há certeza de que você o receberá. E se a pessoa de quem espera receber amor também espera recebê-lo de você, isso é um problema. Será como dois mendigos se encontrando e mendigando juntos. Em todo o mundo existem problemas maritais entre maridos e mulheres, e a única razão é que ambos esperam amor um do outro, mas são incapazes de dar amor.
 
Pense um pouco sobre isso – sua constante necessidade de amor. Você quer que alguém o ame, e se alguém o ama você se sente bem. Mas o que não sabe é que o outro o ama somente porque ele quer que você o ame. É exatamente como alguém jogando isca para peixe: ele não joga a isca para o peixe comer; a joga para fisgar o peixe. Não quer dar a isca para o peixe, somente o faz porque quer o peixe. Todas as pessoas que você vê amando ao seu redor estão somente jogando iscas para ganhar amor. Elas jogarão a isca um tempo, até que outra pessoa comece a sentir que há a possibilidade de ganhar amor desta pessoa. Daí ela também começa a demonstrar algum amor, até finalmente eles compreenderem que ambos são mendigos. Cometeram um engano: cada um pensou que o outro fosse um imperador. E com o tempo, cada um percebe que não está conseguindo nenhum amor do outro, e é quando a fricção começa.”
 
Osho, The Path of Meditation

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Coincidências Múltiplas?.. Sincronicidade?



Pierre Weil (2003) diz que quando desejamos algo, desencadeamos uma “corte celestial” que se encarrega de criar os mecanismos para a sua realização.
Às vezes,esses anjos podem estar disfarçados em “pessoas comuns”, como eu e você, que se encarregam de “entregar pessoalmente as nossas encomendas”.
Em outras palavras, as sincronicidades são as expressões de um espaço divino, no qual os anjos se encarregam de estabelecer a relação significativa entre nossos estados interiores e fenômenos exteriores.Os anjos realizam a síntese em sintonia com pessoas que estão abertas para ela.
—-
A sincronicidade, segundo Doucy Douek, um estudioso do assunto, “é a linguagem do divino para orientar nossa vida. E o divino atua tanto dentro quanto fora de nós”.
Ainda de acordo com Doucy Douek esse princípio universal está relacionado com a intuição.
Portanto, cada um tem a sua maneira especial de acessar: A sincronicidade abre um caminho para você escutar a si mesmo e ativa sua intuição. O resto é com você.
Às vezes precisamos de muita coragem para abandonar estruturas que construímos durante a vida e seguir os sinais que nos indicam novos caminhos.

Não acredite em nada MAS ENTENDA O MÁXIMO QUE PUDER




  Vivemos o regime do instantâneo..... Somos rápidos em julgar, tardios em ponderar. É preciso tomar cuidado com nossos julgamentos instantâneos. Geralmente, há, no mínimo, dois lados de uma mesma questão. Antes de dar um veredito analise todos os lados, e verá quão difícil dizer: “É assim, com certeza.”
Esse vídeo traduz bem o que quero dizer...
Entenda que nossos sentidos e lembranças podem nos pregar peças, e nossa mente tende a moldar nossas percepções de experiências às noções previamente estabelecidas, sem que percebamos!
Talvez você discorde, talvez você possua diferentes entendimentos.
Isso é bom, apenas não acredite em nenhum deles.”....
Ps: Configure o video par ver legendas em portugues... Obrigada


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

  • Autoestima = O quanto gostamos de nós mesmos


COMO ANDA A SUA AUTO ESTIMA?
  • O quanto gostamos de nós mesmos = Nível de auto-domínio
O que é o domínio de si mesmo? É a habilidade que temos para nos conduzirmos a realmente fazer, o que queremos fazer, por outras palavras, tem a ver com a nossa auto-confiança auto-disciplina. Uma pessoa que tem domínio sobre si mesmo, tem auto-integridade e capacidade para manter-se fiel às suas palavras e compromissos. Cada vez que deixamos de ouvir a nossa voz interior, e não agimos de acordo com algo que nós precisamos, ficamos susceptíveis a perdermos a confiança em nós mesmos e nas nossas habilidades. Esta falta de auto-fé,  vai aumentando numa espiral descendente à medida que queremos realizar mais compromissos e objetivos...
  • Você pensa excessivamente sobre si mesmo, e analisa porque razão você é do jeito que é.
  • Você tem medo da adversidade, o que lhe provoca uma enorme angustia. Você pode ser alienado em relação e em oposição  aos seus pais, cuidadores e figuras de autoridade em geral.
  • Você não sorri facilmente. Você pode ter uma visão negativa, desesperançada de si mesmo, da sua família e sociedade.
  • Você sente-se muito cansado. Você pode estar relutante ou incapazes de definir e alcançar os seus objetivos.
  • Você fica com você mesmo. Você prefere ficar sozinho do que conhecer novas pessoas e estar com os outros.
  • Você afasta as pessoas. Você tem dificuldade em fazer e manter amigos.
  • Você evita olhar nos olhos dos outros. Você tem dificuldade com a confiança verdadeira , intimidade e afeto.
  • Você recusa-se a assumir riscos. Você sente-se carente e pode ter uma tendência a apegar-se à falsa independência.
  • Você pode criar efeitos e situações negativas. E em casos extremos, pode ser anti-social e talvez violento.
  • Coisas que outros não podem observar incluem: Você fala para si mesmo de forma negativa, você não diz a verdade  e/ou nem mantém a sua palavra, você não perdoa a si mesmo ou aos outros. Você pode não ter empatia, compaixão e remorso.
Aumentar a autoestima implica algumas mudanças de comportamento. O comportamento vai mudando com a prática e a intenção. A autoestima é uma realização, um processo que energiza e lhe dá motivação. Não é algo que nós temos, mas  desenvolve-se com a experiência das coisas que fazemos. A autoestima é a experiência de ser capaz de  enfrentar os desafios e promover a felicidade...

Auto estima pra quê?

Quanto maior a auto-estima maior será a capacidade em lidar como os problemas. Quem nunca teve que lidar um rompimento de relacionamentos , com a solidão , com desemprego, com marido agressivo, com filhos que dão trabalho? A pessoa com sua auto-estima em alta tem mais chance de conseguir lidar com isso tudo de forma mais tranquila.
Flexibilidade é uma das chaves pois quanto mais flexível a pessoa for, mais resistente será à pressão, ao desespero, à derrota. Quanto mais a pessoa se valorizar mais conseguirá ver opções e possibilidades diferentes e superar os problemas da vida.
Quanto maior a auto-estima, mais criativo, e quanto mais criativo mais chance de sucesso. Porque criatividade não serve só para pintar quadros, serve para pensar em alternativas para vida.....
Todo mundo merece uma boa auto-estima, ser autoconfiante e ter auto-respeito. Por quê? Porque somos seres pensantes, e a própria capacidade de pensar é prova de que somos competentes, e só o fato de estarmos vivos é prova suficiente de que temos o direito de lutar pela felicidade.
O ideal seria que todos tivéssemos excelente auto-estima, mas esta não é a realidade. Muitos se sentem inadequados, sentem medos , insegurança , culpa , um sentimento de não ser “suficiente”.
Muita gente nunca chega a ter uma visão positiva de si mesmo, pois fizeram julgamentos extremistas sobre si, foram severos demais consigo mesmos. Tem gente que consegue ser seu próprio carrasco, nem precisa de outras pessoas pra falarem mal dele, ele mesmo faz isso.
Não conheço ninguém que não seja capaz de desenvolver sua auto-estima, desenvolver a convicção de ser merecedor de viver com felicidade , e assim ter mais autoconfiança , mas inda assim há muitas pessoas não utilizam esta capacidade, e passam a vida com sentimentos de inferioridade...
AUTO ESTIMA NAO E UM PRIVILEGIO ... É UM ATO DE AMOR COM VC MESMO...
Todo mundo merece uma boa auto-estima, ser autoconfiante e ter auto-respeito. Por quê? Porque somos seres pensantes, e a própria capacidade de pensar é prova de que somos competentes, e só o fato de estarmos vivos é prova suficiente de que temos o direito de lutar pela felicidade.
O ideal seria que todos tivéssemos excelente auto-estima, mas esta não é a realidade. Muitos se sentem inadequados, sentem medos , insegurança , culpa , um sentimento de não ser “suficiente”.
Muita gente nunca chega a ter uma visão positiva de si mesmo, pois fizeram julgamentos extremistas sobre si, foram severos demais consigo mesmos. Tem gente que consegue ser seu próprio carrasco, nem precisa de outras pessoas pra falarem mal dele, ele mesmo faz isso.
Não conheço ninguém que não seja capaz de desenvolver sua auto-estima, desenvolver a convicção de ser merecedor de viver com felicidade , e assim ter mais autoconfiança , mas inda assim há muitas pessoas não utilizam esta capacidade, e passam a vida com sentimentos de inferioridade.....Quem não gosta de si pode não saber lidar com as outras pessoas.... 
AUTO ESTIMA INTERNA


Uma coisa é certa, a auto estima deve ser construída dentro de você. Ela não vem de fora. Você pode ter pessoas que te amam e lhe dizem todos os dias o quanto você é bacana, bonito, interessante, mas se você não se amar não vai nem perceber  o amor dessas pessoas quanto mais considerar que elas estão certas. Pode ser admirada pelos seus colegas, mas se não admirar a si mesma aquelas palavras parecerão vazias....
 FALSA AUTO ESTIMA O QUE É?


Sabe aquela pessoa que parece estar sempre com a auto-estima altíssima? Muitas vezes pode não se tratar de auto estima verdadeira. Para identificar veja se ela se compara ou compete com os outros. Se ela diz coisas assim “estou feliz porque fui promovido, e consegui antes do meu irmão”. Esta fala denuncia que ele está competindo com outro, isso não é auto-estima verdadeira e sim uma realização do ego e não um amor crescente em vc por vc mesmo...Auto estima esta na sua confiança e na sua propria capacidade.. na quantidade de amor crescente que voce tem por voce mesmo, mas não seja um narciso.. lembre-se :  cada um nós tem sua propria capacidade e suas limitaçoes...o equilibro também faz parte de uma auto estima saudavél....

Vc vera a posição das estrelas, planetas..constelaçoes.... maravilha!!!!!

Solar System Scope.. Basta clicar e esperar um pouquinho ate seu carregamento...



Sigmund Freud (Áustria 1856-1939)Sigmund Freud (Áustria 1856-1939)
O pai da psicanálise
"Primeiro, olhe bem as profundezas de sua alma e aprenda a saber quem você é; depois, entenda o que há de errado com você." __Freud__

A inteligência é o único meio que possuímos para dominar os nossos instintos.

Sigmund Freud



"Tolerância é aceitar as diferenças, entender que nem todas as pessoas são como eu gostaria que fossem. Não posso mudá-las, mas posso mudar minha visão em relação a elas.Descobrir pelo menos uma qualidade em alguém é o primeiro passo para transformar a rejeição em aceitação..

Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa. Sigmund Freud

Carl Gustav Jung (Suiça 1875-1961), herdeiro da Psicanálise



“Ocupar-se com os sonhos é uma espécie de tomada de consciência de si”




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