NOS SOMOS AQUILO QUE PENSAMOS

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quinta-feira, 16 de maio de 2013





A objetividade não se detém apenas no ato de falar sem redundâncias, mais sim adota uma maior amplitude, atingindo todas as ações do homem, seja o ato de falar, de agir, de escrever, de pensar e tudo o que envolve uma atitude mental, de forma que estes também são os campos onde se manifesta a prolixidade.
Ser objetivo exige muito mais do que se possa em primeiro plano imaginar. Não basta querer ser, é necessário ter idéias claras, saber o que se quer, ter claro o alvo da busca. Além disto, faz necessário dominarem-se os meios pelos quais se age, seja a fala, seja a tecnologia requerida para a ação. Exige o domínio da nossa psique (mente e emoção), de forma que não haja fatores impeditivos para a concretização eficaz do que se busca e, por último, a vontade, que pode ser entendida como o impulso justo para a ação, na justa medida, nem mais,  nem menos.
Dominar estes fatores parece ser simples, porém, podem levar vidas inteiras para serem lapidados, pois fazem parte de uma construção interna, estão intimamente vinculados aos valores da alma.  Um homem que tem idéias claras, que domina a forma de fazer e que tem a vontade justa é senhor de si mesmo, é o político de si mesmo, pois está em harmonia com a própria natureza.
A objetividade implica o não desperdício e, se pararmos para observar a natureza, certamente,  chegaremos à conclusão de que tudo o que é natural é objetivo, não há desperdícios, é elaborado na medida justa. Isto está coerente com os arquétipos das formas, são os arquétipos divinos manifestando-se. Como dizia Pitágoras, o Universo é geometrizado, Deus geometrizou quando criou a manifestação, de forma que em toda esta geometria não há lugar para sobras ou carências de formas, tudo está devidamente encaixado,  num processo de autossustentação.
Se entendermos a lógica da manifestação do universo, entenderemos o porquê da eletricidade ou da água  sempre procurarem  os caminhos com menor resistência. Esta é a ordem natural, o que jamais pode ser confundido com negligência ou preguiça.
A negligência ou preguiça são a manifestação da não objetividade, do desperdício de energia através da inação ou da ação errada. Voltando ao exemplo anterior da água e da eletricidade, observamos que ambas ao procurarem o caminho mais fácil não objetivam  retardar a ação, muito pelo contrário,  fazem-no objetivando a própria ação em si,  não desperdiçando energia que gastariam percorrendo um caminho mais resistente, de forma a utilizá-la mais adiante para atingir o seu destino natural.
A falta de objetividade não é inerente à ação, mas sim àquele que age, provocada pelo descompasso interno de quem age e que se reflete na prolixidade. Por isto, ela se manifesta em todos os campos da ação humana, seja na conversa repleta de rodeios desnecessários,  seja nas ações que percorrem o caminho mais longo ou em qualquer outro plano.
A prolixidade é um dos principais motivos que nos levam ao cansaço desnecessário, já que implica desperdício de energia constante, que nos mina as forças vitais, deixando-nos exaustos no final do dia e, ao mesmo tempo, com uma sensação de ter feito muitas coisas e ao mesmo tempo não ter feito algo eficaz.  Esta sensação é o reflexo direto do nosso ego superior questionando-nos sobre como temos utilizado nosso corpo, que nada mais é do que uma ferramenta a ser utilizada na plasmação do nosso ideal, ou seja, em face de não mantermos nosso ideal bem claro, nós naturalmente tendemos a nos desviarmos do caminho da ação que nos conduz a ele.  Assim como um barco, que se desgoverna ficando sem direção certa, desperdiçará muita energia até que restabeleça seu rumo,  assim ocorre conosco.   Somos a todo instante tentados a nos desviarmos do nosso caminho pelas tendências da personalidade,  falando mais que o necessário, ou para mostrar intelectualidade, ou para se projetar na vida alheia ou, por falta absoluta de noção de desperdício,  lançamo-nos às conjecturas inúteis que nos roubam nosso precioso tempo.
A falta de objetividade na ação, na maioria dos casos, envolve, além da carência de objetivos claros, também a  falta de planejamento na ação, permitindo os atropelos que poderiam ser perfeitamente evitados.
Estes fatores reunidos fazem toda a diferença no cotidiano. Enquanto o homem objetivo se aproxima rapidamente dos seus fins, constrói coisas, é mais alinhado psicologicamente, é mais realizado como homem, o prolixo perde-se diante de tantos atropelos, desperdiça suas energias com inutilidades, não tem produtividade no que faz, vive cansado, não tem governo sobre seu tempo, está sempre atrasado, apressado, dividido, distante do seu eixo e, por mais que faça, quando se predispõe, ao final do dia, a relacionar o que fez, surpreende-se pois, na grande maioria das vezes, nada fez, ficou girando em círculos como alguém submetido a um redemoinho, conduzido não por sua vontade, mas por forças externas que o afastaram um pouco mais do seu ideal e de seus objetivos.
Ser objetivo exige, antes de tudo, traçarmos um ideal para as nossas vidas e conduzi-las segundo este ideal, alinhar o que falamos, pensamos e fazemos conforme este ideal, desenvolvermos a nossa atenção para fiscalizar todos os atos da nossa vida e sempre nos questionarmos sobre o que pensamos, falamos e fazemos, passando por um crivo mental através das seguintes indagações:
-         Preciso, mesmo, pensar, ou fazer ou falar isto?
-         Isto contribuirá com meu desenvolvimento?
-         Isto contribuirá com o desenvolvimento de alguém?
-         Há uma forma mais simples de se chegar ao mesmo resultado?
Estas indagações, por simples que pareçam, têm o potencial de chamar a nossa consciência para o que estamos fazendo, não permitindo que a nossa psique nos roube a luz que ilumina o caminho reto.
A filosofia Budista, deixada pelo mestre Shidarta Gautama, o Buda,  traz-nos  o nobre óctuplo caminho, a ser seguido por aqueles que buscam a iluminação. Se analisarmos seus  preceitos, eles são o caminho do não desperdício, como por exemplo a reta palavra, o reto pensamento e a reta ação, que nada mais são do que o compromisso de falarmos, pensarmos e agirmos somente na medida justa do necessário, aquilo que, de alguma forma, contribuirá no crescimento de nós mesmos e da humanidade.
A medida justa é o caminho do meio, que encerra a resposta do Budismo para a libertação do homem. O caminho do meio é o perfeito equilíbrio entre as forças opostas, é a busca do equilíbrio, que consiste na superação da dualidade. Este é o homem objetivo aquele que, mesmo buscando a perfeição no que faz, não emprega menos energia no trabalho porque sabe que esta se faz necessária para plasmar seu ideal. Entretanto, sabe que a busca da perfeição acima do necessário é a própria imperfeição. Assim, consegue, através do não desperdício, atingir seu ideal, pôr-se a serviço da humanidade, pois percebeu que ser objetivo é muito mais que simplesmente não desperdiçar energia, ser objetivo é agir pelo dever, cumprir o dharma humano. A objetividade é a qualidade dos homens felizes.
Quando falamos em ser objetivo não afastamos a necessidade do descanso, da interiorização do homem, da convivência, do lazer, como a princípio possa parecer, pois tudo isto faz parte da vida e é tão necessário quanto a  noite, porém não como um fim em si mesmo, mas como parte de um todo, que também deve estar harmonizado por um ideal. Entregar-se por completo a uma vida de lazer é como perpetuar a noite.
Alertamos para a coexistência entre o ser prático sistemático sem ideal, que muito embora seja objetivo em muitas coisas, incorre no mesmo erro do prolixo sem ideal. Ambos não chegam a lugar algum. O primeiro desperdiçará a energia não gasta com qualquer outra futilidade que nada acrescentará à alma, pelo simples motivo de não ter um ideal transcendente; o segundo sequer terá energia para gastar, o muito que o espera é uma cama para desfalecer numa profunda hipnose.
Portanto, antes de reclamarmos que não temos tempo, que as coisas para nós são mais difíceis que para os demais, façamos nossa autoanálise sobre o que fazemos e como fazemos. Arrisco-me a afirmar que, tão logo iniciemos mudanças em nossas vidas, sobrar-nos-ão energia e tempo para coisas maiores, que hoje deixamos para os outros fazerem, coisas que fazem a história da humanidade e que de fato importam, que verdadeiramente dão sentido à nossa existência e que acabamos deixando de lado pela nossa excessiva prolixidade.
“A OBJETIVIDADE APORTA À SABEDORIA E VICE-VERSA, A PROLIXIDADE APORTA À IGNORÂNCIA E VICE-VERSA”

sexta-feira, 10 de maio de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013

10 grandes linhas do Autoconhecimento


Desde que Freud inventou a terapia pela palavra, seu método foi questionado, derrubado, reerguido e reformado. Hoje, sua influência está dispersa em centenas de correntes – algumas mais, outras menos freudianas. Veja abaixo como 10 grandes linhas da psicoterapia funcionam.



Alta influência de Freud

Psicanálise
O analista acredita que os problemas vêm de impulsos reprimidos na infância do paciente, que passa a maior parte da sessão falando por meio de associações livres. O terapeuta geralmente fala pouco, sem emitir juízo, tentando analisar a fala e os sonhos. Modelo mais antigo, foi ampliado e modernizado com os estudos de Jacques Lacan (1901-1981).
Psicanálise junguiana
Também chamada de psicoterapia analítica, foi criada por Carl Jung, discípulo de Freud, que introduziu na psicanálise o conceito de inconsciente coletivo – as imagens e as experiências comuns a todos os seres humanos. Por isso, o método junguiano leva em conta, além das questões individuais do paciente, as influências externas e coletivas que podem atormentá-lo.
Psicodinâmica
Chamada de psicanálise light, baseia-se em noções tradicionais da psicanálise, só que é mais breve, com o terapeuta tentando ativamente engajar o paciente em um diálogo que o faça reconhecer e resolver conflitos antigos. É também mais focada para atingir objetivos concretos preestabelecidos entre paciente e terapeuta.

Usando o teatro e outras expressões artísticas, explora técnicas dramáticas para construir pensamentos e atitudes criativas. Com blocos de espuma, bonecos ou almofadas, o paciente é encorajado a adotar novos papéis e expressar sentimentos, com o objetivo de compreendê-los melhor.
Gestalt
Terapia de grupo
Abriga teorias e práticas de outras correntes, com a diferença de ser praticada em grupo. O convívio com os outros pacientes funciona como um microcosmo social – um ambiente seguro para um novo comportamento. É indicada para quem sofre de problemas comuns do seu ambiente e tem dificuldade de se relacionar com os outros.
Interpessoal
Recomendada a quem passa por depressão leve ligada a conflitos pessoais, luto ou mudança repentina de papéis (um casamento ou um novo cargo profissional). O tempo da terapia é predeterminado, e as sessões se concentram no tempo presente, sem ligar experiências atuais ao passado.
Centrada na pessoa
Foca na relação entre paciente e o profissional. Sem interpretar pensamentos e comportamentos, o terapeuta cria um clima de empatia que permite ao paciente explorar questões que o perturbam e desenvolver a auto-estima. Por isso, é indicada a quem se sente oprimido pelo mundo e tem baixa aceitação de si próprio.

Linha bem distante de Freud, é indicada para quem sofre reações indesejáveis do corpo diante de manias e fobias (como medo de aranha ou de avião). Utiliza técnicas básicas de aprendizagem, como exposição e condicionamento, na tentativa de trocar o comportamento usual por reações mais agradáveis. Para os críticos, esse tipo de terapia tenta fazer um adestramento do paciente.
Terapia comportamental
Terapia cognitiva
Baseada na ideia de que “os homens se perturbam não pelas coisas, mas pela visão que têm delas”, como disse o pensador romano Epíteto (60-117). A terapia cognitiva tenta reconhece e alterar padrões de pensamento que incomodam o paciente, para ensiná-lo a vigiar idéias automáticas e corrigi-las. Indicada a quem sofre de depressão e precisa mudar o que pensa sobre si próprio.
Terapia cognitivo-comportamental

Utiliza técnicas das duas correntes ao lado para tentar fazer o paciente identificar pensamentos e crenças distorcidas que tem de si próprio. A ideia é fazer a pessoa perceber seus pensamentos e procurar corrigi-los, gerando novos padrões de raciocínio. Indicada para quem sofre de depressão, ansiedade e perturbações relacionadas a traumas.


Relacionamentos e Conflitos


 
É muito comum que a base dos relacionamentos de casais estabeleça-se sobre uma distorção da realidade, sem que disso se tenha consciência. A demanda que fica é: “Não me sinto inteira (o), sou incompleta (o) enquanto pessoa”, e daí vem uma extrema necessidade de se encontrar a outra metade.
Metaforicamente, sendo metade de algo que nem sei direito o quê ou quem, o senso de identidade e auto-estima fica prejudicado. Disto resulta colocar nessa metade faltante, expectativas e exigências para dela obter a comprovação de que existo e mereço amor, segurança, felicidade, etc.
 
Este é o cenário no qual verdadeiros dramas acontecem, no palco chamado vida, onde todos atuam seus personagens, uma grande ficção com direção própria, produzida e enviada diretamente do inconsciente.

Às vezes rindo, outras chorando, sendo protagonista ou telespectador da história de Cinderela, adaptada ao século XXI, a situação se repete: “Se me amasse de verdade, faria tudo por mim!”. E assim, as condições são impostas e nem sempre verbalizadas. O outro até deve adivinhá-las, igual mamãe que já sabia e gratificava ou não, todos os meus desejos. Abraços, beijos, elogios, acompanhar-me nos meus interesses, afirmar e reafirmar seu amor o tempo todo.
 
Supondo que haja amor, sufoca com tamanhas exigências. Passa a ser tremendo encargo sobre os ombros do outro, que também tem suas próprias questões. Também o inverso costuma ocorrer: “Eu o amo, vivo para satisfazê-lo, sem ele não sobrevivo, falta o ar e o chão sobre o qual me apoio, não posso perdê-lo, portanto me anulo pois sou apenas extensão do outro”.
 
As configurações e interações que a dimensão emocional humana compõem, fornecem o material para infinitas criações imaginárias e, quase sempre, são atuadas em fatos reais. Todos nós reconhecemos esses conflitos. Em proporção variável, somos agentes de prazer e felicidade do outro, ou este outro acaba sendo o nosso objeto de prazer e felicidade. Revendo nossas histórias, compreendemos os porquês.
 
Compartilhamos a experiência de desamparo e, nesse enredo, existe a dependência de um outro que nos garanta a sobrevivência. Sendo esse outro o representante da falta que é deslocada e reeditada nas vivências emocionais atuais com nosso parceiro, a ele delegamos o papel que foi um dia o da mãe. Pobre dele e pobre de nós! Crianças brincando de serem adultas, vivendo em um mundo de “faz de conta”.
 Maria Dilma Campo Burkle
Psicanalista

“As pessoas o julgaram e você aceitou a opinião delas, sem questioná-las. Você está sofrendo por causa de todos os tipos de julgamentos alheios e está despejando esses julgamentos sobre outras pessoas. Esse jogo passou dos limites, e toda a humanidade sofre em decorrência dele.
seja quem você é
 Se você quiser se livrar dele, a primeira coisa é: não julgue a si mesmo. Aceite humildemente suas imperfeições, suas falhas, seus erros, suas fraquezas. Seja simplesmente você mesmo. Não é preciso fingir que você é de outro jeito.
Depois que se aceitar, você será capaz de aceitar os outros porque terá mais consciência de que eles estão sofrendo da mesma doença. E a sua aceitação os ajudará a aceitar a si mesmos  (…).
seja quem você é
Todo mundo está usando máscaras com um sorriso, uma aparência feliz, e todo mundo está enganando a todos. Você usa uma máscara e os outros pensam que você é mais feliz do que eles — e você acha que os outros são mais felizes do que você.
A grama parece mais verde do outro lado da cerca. Eles veem a sua grama e ela parece mais verde. Ela realmente parece mais verde, mais espessa, melhor. Essa é a ilusão que a distância cria.
liberdade
Seja apenas você mesmo e, assim, não haverá mais sofrimento, nem competição, nem preocupação de que os outros tenham mais ou de que você não tenha o suficiente.
Se você quer que a grama seja mais verde, não precisa ficar olhando para o outro lado da cerca: faça com que a grama seja mais verde do seu lado da cerca! É uma coisa tão simples…noventa por cento do sofrimento simplesmente desaparecerá.” OSHO

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Double Fantasy



Para o amor é necessário alma!.... e ele só é encontrado qdo estamos inteiros......


O Amor é o sentimento mais nobre que existe.
Quando compartilhado então, é Divino.
Na relação a dois, a amizade, o respeito e a cumplicidade, são essênciais para que se transforme o verdadeiro Amor.
Quando amamos de maneira verdadeira, sem máscaras e sem representar papéis, tudo flui naturalmente.
Quando este Amor é leve, não existem cobranças e com isto o respeito prevalece, sendo que não existe nada que seja feito por obrigação.
Fica-se junto, pelo simples prazer da companhia e da presença do outro.
Este para mim é o verdadeiro Amor adulto e Amor verdadeiro.

*

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"Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las.
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros". Madre Teresa de Calcutá

** Planeta Saturno

Em 2013 teremos um planeta regente bem curioso, pouco conhecido porém muito estudado. O Planeta Regente de 2013 será Saturno, como consequência o Orixá que rege 2013 é o Orixá Obaluayê. O Planeta Saturno é um dos corpos celestes mais incompreendidos na Astrologia, pois representa tudo aquilo que diz respeito à nossa responsabilidade e às nossas obrigações, conosco mesmos e com a sociedade em que vivemos. Saturno é temido como se fosse um deus implacável e insensível, podando nossas expectativas e nossas esperanças. É preciso que olhemos para ele como um mestre mais idoso e mais severo, mas também com um componente de sabedoria e ponderação que nenhum outro planeta do panteão astrológico possui. Assim é com Obaluayê o orixá da Transformação, o grande alquimista necessário á evolução, regente da Linha dos Pretos-velhos e das Santas Almas. Embora, como nos ensinam os Mentores Espirituais, todas as Sete Sagradas Vibrações ajam e sejam necessárias a cada ciclo, ou ano como chamamos, sempre uma Vibração principal e duas auxiliares se sobrepõem á luz da ação magnética dos astros e das necessidades de oportunização evolutiva. Obaluayê, como regente do Ano, pede atenção redobrada no nosso processo evolutivo e transformador, pois o magnetismo deste ciclo anual favorece o amadurecimento seja pela compreensão racional e vivencial, seja pela dor e separações. Muito cuidado se deve ter com as propostas ilusórias das emoções em desequilíbrio e dos bens materiais. Em seu polo positivo, a vibratória de Obaluayê é consolidador dos projetos e representa o nosso lado mais realizador e empenhado em construir algo de sólido em nossa vida. Ele tem um papel importante também em tudo o que diz respeito à nossa vida profissional, à nossa carreira e ao espaço que ocupamos na sociedade com nossas atividades e nosso trabalho. É o tempo (“cronos”, o nome grego de Saturno). É fator fundamental na maturação de tudo o que esperamos na vida, portanto a paciência e a perseverança também são elementos indispensáveis para podermos extrair o melhor que Obaluayê pode nos oferecer. Obaluayê por ser o senhor da transformação mostrará que tudo, na Terra, precisa se transformar, e como consequência nós seres humanos estaremos mais suscetíveis a essas transformações, interiormente pelas nossas emoções em crise, em busca de maturidade e equilíbrio, como externamente, principalmente climáticas e telúricas, na área geológica com terremotos, erupções vulcânicas, tsunamis e temporais. Prevê-se um índice alto de erupções vulcânicas para o segundo bimestre do Ano de 2013. Apesar de Obaluayê ser o orixá do Carma e do Desencarne, 2013 será um ano mais passível pois é regido pela Razão enquanto 2012 foi regido por Iemanjá e sua grande Emoção. Como Vibratórias auxiliares no desenrolar do progresso do ano de 2013, temos Oxossi, como a força do conhecimento e, portanto, trazendo esclarecimentos e descobertas, nos convidando ao uso da razão na onda vibratória transformadora de Obaluayê; e Ogum, colocando sua espada, espada da Lei, a serviço do poder transformador de Obaluayê. Recebamos o ano de 2013 como mais uma oportunidade, mais um ciclo que se abre sob as bênçãos de Jesus, para que conquistemos o nosso ser interior e estabeleçamos o Reino de Deus em nossas vidas. Obaluayê é um convite á maturidade e decisão firme e coerente pelo essencial, Deus e as propostas espirituais de crescimento e evolução, cuja consequência será sempre a Paz e a Alegria - “Eu vos dou a paz, eu vos dou a minha paz, não como o mundo a dá, pois a paz que eu vos dou permanece para sempre.”

"Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam". - "Pois viva como as flores!", advertiu o mestre. - "Como é viver como as flores?" Perguntou o discípulo. - "Repare nestas flores", continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. - "Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores."





Siga tranqüilamente, entre a inquietude e a pressa, lembrando-se que há sempre paz no silêncio. Seja prudente, não ultrapasse os seus limites e nem desafie as suas vontades.Tanto quanto possível, sem humilhar-se, viva em harmonia com todos os que o cercam. Não subestime e nem julgue o semelhante, pois o prejudicado pode ser você mesmo. Pois quem sabe você precisará amanhã, daquele que você menospreza hoje.Fale a sua verdade mansa e claramente, e ouça a dos outros, mesmo a dos insensatos e ignorantes, eles também tem sua própria história. Evite as pessoas agressivas e transtornadas, elas afligem o nosso espírito. Elas são o espelho da própria ignorância, da própria impotência e pela incapacidade de ser alguém mais verdadeiro e mais original.Se você se comparar com os outros, você se tornará presunçoso e magoado, pois haverá sempre alguém inferior e alguém superior a você. Você é filho do universo, irmão das estrelas e árvores, você merece estar aqui; e mesmo que você não possa perceber, a Terra e o Universo vão cumprindo o seu destino e você é parte dele. Viva intensamente o que já pode realizar, mantenha-se interessado em seu trabalho, ainda que humilde, ele é o que de real existe ao longo de todo o tempo. Dê valor aos seus sonhos, agradeça a sua realidade e também celebre os seus melhores momentos.Seja cauteloso nos negócios, porque o mundo está cheio de astúcia, mas não caia na descrença, a virtude existirá sempre. Muita gente luta por altos ideais, em toda parte a vida está cheia de heroísmo. Seja você mesmo, principalmente não simule afeição nem seja descrente do amor, porque mesmo diante de tanta aridez e desencanto ele é tão perene quanto a relva. Aceite com carinho o conselho dos mais velhos, mas também seja compreensivo aos impulsos inovadores da juventude, alimente a força do espírito que o protegerá no infortúnio inesperado; mas não se desespere com perigos imaginários, muitos temores nascem do cansaço e da solidão. E a despeito de uma disciplina rigorosa seja gentil consigo mesmo. Portanto esteja em paz com Deus, como quer que você o conceba e quaisquer que sejam os seus trabalhos e aspirações, da fatigante jornada pela vida, mantenha-se em paz com sua própria alma.
Acima da falsidade, do desencanto e agruras, o mundo ainda é bonito.

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Agradeço a cada comentário, a cada gesto de carinho que recebo, isso me mostra que estou no caminho certo de minha evolução.. que estas trocas maravilhosas continuem surgindo... leio cada comentário, muitas vezes por falta de tempo sem ter como responder, mas guardo com muito carinho tudo aquilo que recebo... namastê... paz e luz a todos....

A arte de se colocar no lugar do outro


Você tem o costume de se colocar no lugar do outro?

Quando nos colocamos no lugar de alguém para tentar entender seu ponto de vista, fica mais fácil compreender e aceitar as diferenças. E mais, nasce aí um sentimento dos mais nobres: a compaixão.

Quando você compreende o outro passa a querer ajudar ao invés de julgar ou ter pena.

Pensar nisso é fundamental para nos transformar e transformar o mundo. É esse pensamento que vai fazer com que a gente passe da lamentação para a ação.

Ficar triste ao ver uma criança doente no hospital ou pessoas morando na rua é normal. O que não pode é ficar só nisso. Quando imaginamos como nos sentiríamos nessa situação, tudo muda. A gente passa a ter vontade de mudar aquilo. E é aí que percebemos como temos o poder de transformar, com pequenas atitudes, a vida do outro e o mundo.

Pode ser uma carona num dia de chuva, um trabalho voluntário, um prato de comida ou simplesmente uma porta aberta. Existem muitas maneiras de exercer a compaixão e ajudar o outro.


O CAMINHO DA VIDA "O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido". (O Último discurso, do filme O Grande Ditador) Charlie Chaplin
Sigmund Freud (Áustria 1856-1939)Sigmund Freud (Áustria 1856-1939)
O pai da psicanálise
"Primeiro, olhe bem as profundezas de sua alma e aprenda a saber quem você é; depois, entenda o que há de errado com você." __Freud__



Um homem que está livre da religião tem uma oportunidade melhor de viver uma vida mais normal e completa. Sigmund Freud

Carl Gustav Jung (Suiça 1875-1961), herdeiro da Psicanálise



“Ocupar-se com os sonhos é uma espécie de tomada de consciência de si”

Silvia Montefoschi (Itália 1926-)

Silvia Montefoschi (Itália 1926-)
A continuadora da psicanálise


"Quando nada acontece, há um milagre ocorrendo que não estamos vendo” - Guimarães Rosa

"O que for a profundeza do teu ser, assim será teu desejo;
O que for o teu desejo, assim será tua vontade; O que for a tua vontade, assim serão teus atos; O que forem teus atos, assim será o teu destino."

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Talvez

Talvez eu venha a envelhecer rápido demais.
Mas lutarei para que cada dia tenha valido a pena.

Talvez eu sofra inúmeras desilusões no decorrer de minha vida.
Mas farei que elas percam a importância diante dos gestos de amor que encontrei.

Talvez eu não tenha forças para realizar todos os meus ideais.
Mas jamais irei me considerar um derrotado.

Talvez em algum instante eu sofra uma terrível queda.
Mas não ficarei por muito tempo olhando para o chão.

Talvez um dia o sol deixe de brilhar.
Mas então irei me banhar na chuva.

Talvez um dia eu sofra alguma injustiça.
Mas jamais irei assumir o papel de vítima.

Talvez eu tenha que enfrentar alguns inimigos.
Mas terei humildade para aceitar as mãos que se estenderão em minha direção.

Talvez numa dessas noites frias, eu derrame muitas lágrimas.
Mas não terei vergonha por esse gesto.

Talvez eu seja enganado inúmeras vezes.
Mas não deixarei de acreditar que em algum lugar alguém merece a minha confiança.

Talvez com o tempo eu perceba que cometi grandes erros.
Mas não desistirei de continuar trilhando meu caminho.

Talvez com o decorrer dos anos eu perca grandes amizades.
Mas irei aprender que aqueles que realmente são meus verdadeiros amigos nunca estarão perdidos.

Talvez algumas pessoas queiram o meu mal.
Mas irei continuar plantando a semente da fraternidade por onde passar.

Talvez eu fique triste ao concluir que não consigo seguir o ritmo da música.
Mas então, farei que a música siga o compasso dos meus passos.

Talvez eu nunca consiga enxergar um arco-íris.
Mas aprenderei a desenhar um, nem que seja dentro do meu coração.

Talvez hoje eu me sinta fraco.
Mas amanhã irei recomeçar, nem que seja de uma maneira diferente.

Talvez eu não aprenda todas as lições necessárias.
Mas terei a consciência que os verdadeiros ensinamentos já estão gravados em minha alma.

Talvez eu me deprima por não ser capaz de saber a letra daquela música.
Mas ficarei feliz com as outras capacidades que possuo.

Talvez eu não tenha motivos para grandes comemorações.
Mas não deixarei de me alegrar com as pequenas conquistas.

Talvez a vontade de abandonar tudo torne-se a minha companheira.
Mas ao invés de fugir, irei correr atrás do que almejo.

Talvez eu não seja exatamente quem gostaria de ser.
Mas passarei a admirar quem sou.
Porque no final saberei que, mesmo com incontáveis dúvidas, eu sou capaz de construir uma vida melhor.

E se ainda não me convenci disso, é porque como diz aquele ditado: “ainda não chegou o fim”.

Porque no final não haverá nenhum “talvez” e sim a certeza de que a minha vida valeu a pena e eu fiz o melhor que podia.